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Título: Espelho mágico: humor, imagens desconstruídas e espaços indefinidos na poética de Mário Quintana
Autor(es): Dantas, Débora Karla Fernandes
Palavras-chave: Poesia brasileira;Mario Quintana;Humor na Literatura
Data do documento: 29-Jul-2016
Citação: DANTAS, Débora Karla Fernandes. Espelho mágico: humor, imagens desconstruídas e espaços indefinidos na poética de Mário Quintana. 2016. 98f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: Esta disertación, denominada Espejo Mágico: humor, imágenes desconstruidas y espacios indefinidos en la poética de Mario Quintana, ha tenido como objetivo general emprender una investigación y problematización acerca del humor, de las imágenes y espacios reflejados en la obra Espelho Mágico (1951), del poeta alegretense Mario de Miranda Quintana. Para realizar tal propósito, desarrollamos nuestro análisis, sobre todo, por medio de inversiones de configuraciones filosóficas y literarias que contribuyeron para la elucidación y fundamentación de este trabajo. A la luz de Deleuze (1974), abordamos la cuestión satírica, irónica y humorística. Y para complementar nuestro estudio sobre la ironía, trajimos a Facioli (2010). Asimismo Alberti (1999) fue relevante para el posicionamiento de la modernidad delante de las posiciones filosóficas sobre la risa. Realizamos la problematización de la imagen analizándola bajo el prisma de la rasgadura, con Didi-Huberman (2013), y de la noción semiótica de anamorfosis (imagen deformante), con Baltrusaïtis (1984), - a partir de Quinet (2009) -, así como de textos complementares que contribuyeron para un mejor abordaje de estas cuestiones. Buscamos aún correlacionar nuestro estudio de las imágenes con las cuestiones de la semejanza y del mismo, emprendidas por Foucault (2007), apuntando para la idea de la desconstrucción de imágenes miméticas y sedimentadas. Finalizamos nuestro recorrido con la problemática del espacio, a la luz de Blanchot (2003), abordando cuestiones relacionadas al espacio literario. Por último, en un emprendimiento foucaultiano (2015), trajimos el concepto de heterotopía (otros espacios), en el que el espejo es considerado como el espacio de la utopía y de la heterotopía. Concluimos que el humor sutil y desconcertante es la principal arma utilizada por Mario Quintana para desconstruir imágenes cristalizadas y espacios fijos y definidos. Con su espejo de imágenes informes y sorprendentes, él alcanza sentidos imprevistos, en el proceso de significancia a la que su obra da lugar, desarmando, así, verdades establecidas.
metadata.dc.description.resumo: Esta dissertação, denominada Espelho Mágico: humor, imagens desconstruídas e espaços indefinidos na poética de Mario Quintana, tem como objetivo geral empreender uma investigação e problematização acerca do humor, das imagens e espaços refletidos na obra Espelho Mágico (1951), do poeta alegretense Mario de Miranda Quintana. Para realizarmos tal propósito, desenvolvemos nossa análise, sobretudo, por meio de investimentos de configurações filosóficas e literárias que contribuíram para a elucidação e fundamentação deste trabalho. À luz de Deleuze (1974), abordamos a questão da satírica, irônica e humorística. Para complementarmos nosso estudo sobre a ironia, trouxemos ainda Facioli (2010). Alberti (1999) foi-nos relevante para o posicionamento da modernidade em face às posições filosóficas sobre o riso. Realizamos a problematização da imagem analisando-a sob o prisma da rasgadura, com Didi-Huberman (2013), e da noção semiótica de anamorfose (imagem deformante), com Baltrusaïtis (1984), - a partir de Quinet (2009) -, bem como de textos complementares que contribuíram para uma melhor abordagem destas questões. Buscamos ainda correlacionar nosso estudo das imagens com as questões da semelhança e do mesmo, empreendidas por Foucault (2007), apontando para a ideia da desconstrução de imagens miméticas e sedimentadas. Finalizamos nosso percurso com a problemática do espaço, à luz de Blanchot (2003), abordando questões ligadas ao espaço literário. Por último, em um empreendimento foucaultiano (2015), trouxemos o conceito de heterotopia (outros espaços) no qual o espelho é considerado como o espaço da utopia e da heterotopia. Concluímos que o humor sutil e desconcertante é a principal arma utilizada por Mario Quintana para desconstruir imagens cristalizadas e espaços fixos e definidos. Com seu espelho de imagens informes e surpreendentes, ele atinge sentidos imprevistos, no processo de significância a que a sua obra dá lugar, desarmando, assim, verdades estabelecidas.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22364
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