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Título: A personagem ensimesmada em Tu não te moves de ti
Autor(es): Chacon, Maria Luíza Assunção
Palavras-chave: Tu não te moves de ti;Hilda Hilst;Personagem;Fluxo da consciência;Ensimesmamento
Data do documento: 26-Out-2015
Citação: CHACON, Maria Luíza Assunção. A personagem ensimesmada em Tu não te moves de ti. 2015. 93f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: Esta pesquisa pretende analizar la obra Tu não te moves de ti (1980), de Hilda Hilst (1930-2004). En nuestra investigación, observaremos primordialmente la complejidad del comportamiento de los personajes. Es importante destacar, sin embargo, que la elección del personaje como categoría principal de nuestro análisis no implica la exclusión de otros elementos de la narrativa. Detectamos que el personaje, elemento más actuante de la ficción, se encuentra radicalmente ensimismado en el texto hilstiano, y es acerca de este aspecto que pretendemos detenernos. Por lo tanto, investigaremos la relación establecida entre la subjetividad exacerbada de los personajes y el lenguaje utilizado por la autora. Para eso, observaremos el recurso discursivo que es bastante recurrente en sus textos: el flujo de conciencia. Reflexionar acerca de este recurso es de fundamental importancia para nuestra investigación, ya que la problematización del individuo, en la escrita de Hilst, pasa también por el desordenamiento del lenguaje. Es válido resaltar, todavía, que consideraremos el contexto social en el cual la obra se inserta, promoviendo diálogos entre ambos con fin de evidenciar de qué forma la sociedad se configura en la novela. En función de esto, no entenderemos el aislamiento de los personajes solamente en su dimensión ontológica, pero también en su dimensión histórica y social.
metadata.dc.description.resumo: Esta pesquisa pretende analisar a obra Tu não te moves de ti (1980), de Hilda Hilst (1930-2004). Em nossa investigação, observaremos primordialmente a complexidade do comportamento das personagens. É importante destacar, no entanto, que o fato de a personagem ser a categoria principal de nossa análise não implica na exclusão de outros elementos da narrativa. Detectamos que a personagem, elemento mais atuante da ficção, encontra-se radicalmente ensimesmada no texto hilstiano, e é sobre esse aspecto que pretendemos nos deter. Sendo assim, investigaremos a relação estabelecida entre a subjetividade exacerbada das personagens e a linguagem utilizada pela autora. Para tanto, observaremos o recurso discursivo que é bastante recorrente em seus textos: o fluxo da consciência. Refletir acerca desse recurso é de fundamental importância para a nossa pesquisa, pois a problematização do indivíduo, na escrita de Hilst, passa também pelo desordenamento da linguagem. É válido ressaltar, ainda, que consideraremos o contexto social no qual a obra se insere, promovendo diálogos entre ambos a fim de evidenciar de que forma a sociedade se configura no romance. Em função disso, não entenderemos o isolamento das personagens somente em sua dimensão ontológica, mas também em sua dimensão histórica e social.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22368
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