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dc.contributor.advisorSantiago Júnior, Francisco das Chagas Fernandes-
dc.contributor.authorPereira, Rafaele Sabrina Barbosa-
dc.date.accessioned2017-03-24T00:14:46Z-
dc.date.available2017-03-24T00:14:46Z-
dc.date.issued2015-09-01-
dc.identifier.citationPEREIRA, Rafaele Sabrina Barbosa. Entre astros, cometas e constelações: percepções de uma organização do espaço mítico nas gravuras renascentistas de Albrecht Dürer (1471-1528). 2015. 217f. Dissertação (Mestrado em História) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22442-
dc.description.abstractComets, planets, moons and constellations, were throughout civilizations, represented by painters, architects and sculptors through pictures, celestial maps and zodiacal maps. In Renaissance culture these images were, for instance, in the vaults of the Schifanoia Palace in Ferrara, as well as in several prints by Albrecht Dürer as pointed by Aby Warburg and later, Erwin Panofsky. In this writing, we point out that the pictures, namely, The Syphilitic (1494), Astronomer (1500) and The Woman with Zodiac (1502), Melencolia I (1514) attributed to Dürer could be part of subjects, especially, astrology, recurring in other prints in hisage. In order to develop this idea, we start from the relationship between picture and text present in the listed images, according to the perspective of WJT Mitchell. Thus, we aim to understand how pictures can through their visuality helped the composing of a time when the thought was conceived by certain correspondences between man and the stars, from the idea of mankind as a microcosm. Therefore, to understand this given way to organize life through a corresponding space or through a worldview in which the stars had a specific place, we point to the category mythical space as it is presented in the geographer Yi-Fu Tuan’s perspective.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAstrologiapt_BR
dc.subjectEspaço míticopt_BR
dc.subjectAlbrecht Dürerpt_BR
dc.titleEntre astros, cometas e constelações: percepções de uma organização do espaço mítico nas gravuras renascentistas de Albrecht Dürer (1471-1528)pt_BR
dc.typemasterThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIApt_BR
dc.contributor.authorIDpt_BR
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6182671691379109-
dc.contributor.advisorIDpt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/8893350729538284-
dc.contributor.referees1Peixoto, Renato Amado-
dc.contributor.referees1IDpt_BR
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4329353374197075-
dc.contributor.referees2Tatsch, Flávia Galli-
dc.contributor.referees2IDpt_BR
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0478383494161646-
dc.description.resumoCometas, planetas, luas e constelações foram, ao longo de civilizações, representados por pintores, arquitetos e escultores por meio de imagens e mapas celestes e mapas zodiacais. Na cultura renascentista, essas imagens estiveram, por exemplo, nas abóbodas do palácio de Schifanoia em Ferrara, tal como em diversas gravuras de Albrecht Dürer, como apontou Aby Warburg e, posteriormente, Erwin Panofsky. Nessa escrita, apontamos que as gravuras, a saber, O sifilítico (1494), O astrônomo (1500) e A mulher com zodíaco (1502), Melencolia I (1514), atribuídas a Dürer, poderiam fazer parte de temas, especialmente, da astrologia, recorrentes em outras gravuras de seu período. Para isso, partiremos da relação entre imagem e texto presente nas imagens elencadas, de acordo com a perspectiva de W.J.T. Mitchell. Assim, visamos entender como as imagens podem, através de sua visualidade, ajudar a compor um período em que o pensamento era concebido por determinadas correspondências entre o homem e os astros, a partir da ideia do homem como um microcosmo. Assim sendo, para entender essa dada forma de se organizar através de um espaço correspondente, ou através de uma visão de mundo, no qual os astros tinham lugar especifico, apontamos para a categoria espaço mítico tal qual apontada segundo a perspectiva do geógrafo Yi-Fu Tuan.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIApt_BR
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