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Título: Qual água beber: envasadas ou da torneira? O caso de Natal, Brasil
Autor(es): Maia, Fernanda Cunha
Palavras-chave: Coliformes fecais;Água envasada;Água mineral;Água de abastecimento
Data do documento: 14-Set-2015
Citação: MAIA, Fernanda Cunha. Qual água beber: envasadas ou da torneira? O caso de Natal, Brasil. 2015. 38f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Sanitária) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: O consumo da água envasada para beber cresceu nos últimos anos. E nos países em desenvolvimento ela vem sendo uma alternativa à água distribuída pelas concessionárias. Isso se deve pelo aumento do poder aquisitivo da população e pela presunção de que a água envasada possui uma qualidade melhor que a água da torneira. Dessa forma, este estudo faz uma análise comparativa entre a água envasada comercializada e a água do sistema público de abastecimento, no intuito de saber se há uma melhor opção para o consumo humano. Foram realizadas análises simultâneas de amostras tanto da água envasada quanto da água da torneira em unidades domiciliares escolhidas aleatoriamente. As amostras da água da torneira tiveram maiores concentrações de nitrato que as amostras das águas envasadas e isto pode ser explicado pela expansão territorial da cidade. Porém, surpreendentes 38,3% (±9,5%) das amostras de águas envasadas apresentaram contaminação por coliformes fecais, enquanto na água da torneira verificou-se a presença de coliformes fecais em 7,5% (±9,5) das amostras. Para as águas engarrafadas, os órgãos de fiscalização se responsabilizam pelo cumprimento dos padrões de potabilidade do envase ao armazenamento, mas não há fiscalização quanto ao manuseio e consumo do produto. O fato é que houve uma contaminação, sem causa conhecida, e assim surge o debate se a troca da água da torneira pela água engarrafada é válida ou não.
metadata.dc.description.resumo: O consumo da água envasada para beber cresceu nos últimos anos. E nos países em desenvolvimento ela vem sendo uma alternativa à água distribuída pelas concessionárias. Isso se deve pelo aumento do poder aquisitivo da população e pela presunção de que a água envasada possui uma qualidade melhor que a água da torneira. Dessa forma, este estudo faz uma análise comparativa entre a água envasada comercializada e a água do sistema público de abastecimento, no intuito de saber se há uma melhor opção para o consumo humano. Foram realizadas análises simultâneas de amostras tanto da água envasada quanto da água da torneira em unidades domiciliares escolhidas aleatoriamente. As amostras da água da torneira tiveram maiores concentrações de nitrato que as amostras das águas envasadas e isto pode ser explicado pela expansão territorial da cidade. Porém, surpreendentes 38,3% (±9,5%) das amostras de águas envasadas apresentaram contaminação por coliformes fecais, enquanto na água da torneira verificou-se a presença de coliformes fecais em 7,5% (±9,5) das amostras. Para as águas engarrafadas, os órgãos de fiscalização se responsabilizam pelo cumprimento dos padrões de potabilidade do envase ao armazenamento, mas não há fiscalização quanto ao manuseio e consumo do produto. O fato é que houve uma contaminação, sem causa conhecida, e assim surge o debate se a troca da água da torneira pela água engarrafada é válida ou não.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22702
Aparece nas coleções:PPGES - Mestrado em Engenharia Sanitária

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