Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/24292
Título: Processing of syntax in music: an EEG study
Autor(es): Torrecuso, Renzo Alves Dantas
Palavras-chave: Percepção;Sintaxe;Música;EEG
Data do documento: 28-Ago-2017
Citação: TORRECUSO, Renzo Alves Dantas. Processing of syntax in music: an EEG study. 2017. 46f. Dissertação (Mestrado em Neurociências) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2017.
Resumo: In order to make sense out of a sequence of sounds in music, our brain must meaningfully fit and recombine acoustic events into a hierarchic online stream. Although these information units are auditively delivered in sequences with local connections (one after the other), it is assumed that long-term dependencies are established counting on memory traces to sustain recursiveness in time. Despite theoretical and empirical consensus, there is yet no clear physiological evidence of the temporal dimension of syntactic relations in music. We investigated whether there is quantifiable neural activity suggesting the existence of a mental representation for fundamental music syntax rules like tonic-dominant-tonic chords. For such, we compared brain electric activity in 24 subjects (12 musicians, 12 non-musicians) aroused by original and harmonically modified versions of J.S. Bach chorales, using electroencephalography (EEG). Chorales were built by two phrases: initiated by a tonic and arriving in a dominant chord two bars away (first phrase), and concluded in a tonic chord three bars after the dominant (second phrase). Modified versions were created either by elevating or lowering the first, therefore keeping the second phrase intact. We compared the brain electric response for the last chord in both versions. Our data produced event related potentials (ERP) which suggest that the subjects’ brain processed modified versions differently than originals. We observed an amplitude difference in the negativities peaking around 210 ms after the last chord onset. This finding replicates previous studies on harmonic disruptions processed in the same latency, but differs regarding brain source contributions: our data revealed a more posterior than anterior effect. Considering that last chords were the same acoustic event in both versions, we hypothesize that the amplitude differences plausibly indicate that the syntactic expectancy (long-term dependency between the tonic, dominant and tonic chord) may relate to brain mechanisms of processing non local connections, establishing a hierarchical storage of acoustic events in memory. We interpret that our parietal findings parallels with literature on mathematical sequence processing which suggest posterior brain regions to be engaged on complex calculation requiring the storage of numbers magnitude in memory for further computation. Our study overcame an obstacle not to date surpassed: observe and separate brain electric activity raised by long-term syntactic disruption in music from the overlap of local mismatch detection.
metadata.dc.description.resumo: Para atribuir sentido a uma seqüência de sons de uma música, nosso cérebro precisa encaixar e recombinar eventos acústicos em um fluxo continuo dentro de uma hierarquia sintática. Embora essas unidades de informação sejam ouvidas em seqüências com conexões locais (uma após a outra), assume-se que dependências de longo prazo são estabelecidas contando com traços de memória para sustentar a recursividade no tempo. Apesar disso ser um consenso teórico e empírico, ainda não existe uma evidência fisiológica clara da dimensão temporal das relações sintáticas na música. Nós investigamos se há atividade neural quantificável da existência de uma representação mental para regras fundamentais de sintaxe músical, como os acordes tônica-dominante-tônica. Para tal, utilizamos eletroencefalografia (EEG) comparamos a atividade elétrica do cérebro em 24 indivíduos (12 músicos, 12 não músicos) produzida por versões originais e harmonicamente modificadas de corais de J. S. Bach. Os corais eram compostos por duas frases: a primeira iniciada por um acorde de tônica e chegando a um acorde dominante dois compassos depois (primeira frase), e a segunda concluiu em um acorde de tônica três compassos após a dominante. As versões modificadas foram criadas elevando ou diminuindo as notas da primeira, mantendo assim a segunda frase intacta. Comparamos a resposta elétrica do cérebro para o último acorde em ambas as versões.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/24292
Aparece nas coleções:PPGNEURO - Mestrado em Neurociências

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
RenzoAlvesDantasTorrecuso_DISSERT.pdf1,7 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.