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Title: Utilização da termografia como recurso avaliativo da região de assoalho pélvico
Authors: Silva, Halana Karolina Vicente da
Keywords: Termografia;Temperatura;Assoalho pélvico;Puerpério
Issue Date: 5-Mar-2019
Citation: SILVA, Halana Karolina Vicente da. Utilização da termografia como recurso avaliativo da região de assoalho pélvico. 2019. 45f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: Introdução: Ao longo da vida da mulher, diversos eventos podem promover alterações estruturais e funcionais nos músculos do assoalho pélvico (MAP). A gestação e parto modificam a anatomia e fisiologia dos componentes do assoalho pélvico e podem favorecer o surgimento das disfunções do assoalho pélvico. O treinamento músculos do assoalho pélvico (TMAP) no período da gestação pode prevenir e curar os acometimentos que envolvam esse grupo muscular. No entanto, pouco se sabe sobre o efeito precoce do TMAP no período do puerpério. Objetivo: Avaliar o efeito agudo dos exercícios dos músculos do assoalho pélvico por meio da termografia infravermelha no pós-parto vaginal imediato. Métodos: Estudo do tipo ensaio clínico controlado, do qual participaram 21 mulheres com idade entre 18 a 40 anos, recrutadas na Maternidade Professor Dr. Leide Morais, divididas em Grupo Intervenção (GI) e Grupo Controle (GC) contendo 11 e 10 participantes, respectivamente. Para execução do estudo, foi aplicada a ficha de avaliação da pesquisa e, posteriormente, realizado o exame físico, contemplando a avaliação funcional do assoalho pélvico e a análise termográfica. As voluntárias do GI foram avaliadas antes e após um protocolo de TMAP e as voluntárias do GC foram avaliadas antes e após uma contração voluntária máxima dos MAP. Os dados foram tabulados e analisados pelo Software estatístico SPSS 20,0 for Windows. Para testar a normalidade de distribuição dos dados foi aplicado do teste de Shapiro-Wilk. Foi realizada a estatística descritiva através de médias, medianas, desvio padrão e frequência. O teste T-Student não pareado foi utilizado para comparar a termografia (variável primária) e as variáveis secundárias (funcionalidade dos MAP e o Patient Global Impression) entre os grupos. O teste T-Student pareado também foi utilizado para analisar as mesmas variáveis antes e depois do mesmo grupo. Um valor de P<0,05 foi adotado para a análises estatística. Resultados: A média de idade foi de 27,40±6,26 no GC e 25,09±6,47 no GI. A maioria das mulheres tinham um companheiro, apresentavam até 10 anos de estudo e tinham renda familiar em torno de 1-2 salários mínimos. Não houve diferença estatística entre o número de paridade, ganho de peso gestacional, idade gestacional e características do recém-nascido. A frequência da episiotomia e de lacerações foi semelhante em ambos os grupos. Quanto a temperatura corporal observouse 36,45±0,27ºC e 36,27±0,47ºC, respectivamente no GC e GI (p=0,23). A temperatura da sala foi de 26,0,4±1,63ºC e 25,65±0,94ºC GC e GI, respectivamente (p=0,85). A umidade apresentou média de 60,30±8,69% no GC e 62,90±4,72% no GI (p=0,31). Na comparação intergrupo houve diferença estatisticamente significativa com redução da porcentagem de cores branco (P=0,02) e laranja (P=0,02) no GI após exercício, já na análise intragrupo houve aumento das cores branco (P=0,03) e azul (P=0,02) após exercício. Conclusão: Foi verificado modificações nas imagens termográficas após um protocolo de exercícios, ocorrendo aumento na proporção da cor laranja. Também foi visualizado aumento intragrupo da cor branca.
Abstract: Introduction: Throughout the life of the woman, several events can promote structural and functional changes in the pelvic floor muscles (PFM). Gestation and parturition modify the anatomy and physiology of pelvic floor components and may favor pelvic floor dysfunction. The training of pelvic floor muscles (TPFM) during the gestation period can prevent and cure the complications that involve this muscle group. However, little is known about the early effect of TPFM in the puerperium. Objective: To evaluate the effect of exercises on pelvic floor muscles by infrared thermography in the immediate postpartum vaginal. Methods: This was a controlled clinical trial, involving 21 women aged 18 to 40 years old, recruited at the Dr. Leide Morais Maternity Unit, divided into Intervention Group (IG) and Control Group (CG) containing 11 and 10 participants, respectively. To carry out the study, an evaluation form was applied and, afterwards, the physical examination was carried out, including the functional evaluation of the pelvic floor and the thermographic analysis. The IG volunteers were evaluated before and after a TPFM protocol and the CG volunteers were evaluated before and after a maximal voluntary contraction of the PFMs. The data were tabulated and analyzed by Statistical Software SPSS 20.0 for Windows. To test the normal distribution ofthe data was applied the Shapiro-Wilk test. Descriptive statistics were performed using means, medians, standard deviation and frequency. The unpaired T-Student test was used to compare the thermography (primary variable) and the secondary variables (PFM functionality and Patient Global Impression) between the groups. The paired Student-T test was also used to analyze the same variables before and after the same group. A P value <0.05 was adopted for statistical analysis. Results: The mean age was 27.40 ± 6.26 in the CG and 25.09 ± 6.47 in the IG. Most of the women had a partner, had up to 10 years of schooling, and had a family income of around 1-2 minimum wages. There was no statistical difference between the number of parity, gestational weight gain, gestational age and characteristics of the newborn. The frequency of episiotomy and lacerations wassimilar in both groups. Body temperature was observed at 36.45 ± 0.27 ° C and 36.27 ± 0.47 ° C, respectively in CG and IG (p = 0.23). The room temperature was 26.0.4 ± 1.63ºC and 25.65 ± 0.94ºC CG and IG, respectively (p = 0.85). The humidity presented a mean of 60.30 ± 8.69% in the CG and 62.90 ± 4.72% in the IG (p = 0.31). In the intergroup comparison there was a statistically significant difference with a reduction in the percentage of white (P = 0.02) and orange (P = 0.02) in the IG after exercise, whereas in the intragroup analysis there was a white color increase (P =0.03 ) and blue (P = 0.02) after exercise. Conclusion: Changes in thermographic images were verified after an exercise protocol, with an increase in the proportion of orange color. White intragroup increase was also seen.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/28284
Embargoed until: 2020-11-30
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