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dc.contributor.advisorElali, Gleice Virginia Medeiros de Azambuja-
dc.contributor.authorTimeni, Giordana Chaves Calado-
dc.date.accessioned2020-03-20T18:51:33Z-
dc.date.available2020-03-20T18:51:33Z-
dc.date.issued2019-07-26-
dc.identifier.citationTIMENI, Giordana Chaves Calado. Muito mais que o escuro: a vivência espacial dos cegos como base para a compreensão sensível da cidade. 2019. 310f. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) - Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/28612-
dc.description.abstractThis research have been developed from an initial question: How can the understanding of the urban space by blind people contribute to the planning of a more accessible city? As a preliminary answer to this question was defined the hypothesis that the recognition of the sensitive perception of city by the blind people have enabled the understanding of less obvious elements for the other users, which have allowed the conscious use of this information by professionals who intervene in space, favoring the urban design. Based on a paradigm of spatial analysis grounded by human being and the personenvironment relationship, the research analyzed the perception of blind people during their movement through the city, according to the social and physical aspects of visual impairment, orientation/blind body mobility and the concepts of urban ambience, environmental experience, affordance and wayfinding. In this context, the general aim of empirical study was to understand the main elements that have composed the perception of the urban space by blind people and that can subsidize favorable ideas to urban design. In order to provoke the discussion about multisensorial strategies used in the understanding of the urban space, evoking senses such as smell, hearing, touch and taste, the empirical research methodology was developed in two moments: (i) and mobility; (ii) planned experiment with participation of blind people willing to contribute to the research and who presented conditions for autonomous mobility by the city. This last stage occurred in an urban sector adjacent to the Institute of Education and Rehabilitation of the Blind of Rio Grande do Norte, in the district of Alecrim, Natal-RN, and was included individualized interviews, commented course and the use of technological resources, and story. It has been emphasizing the perception, cognition and memory of blind people, so results have shown that the senses are the basis of knowledge and understanding of space, a finding that has reinforced their importance in environmental planning. The information collected subsidized the preparation of an initial version of sensory map of the chosen urban area. Confirming the hypothesis, the conclusion of research shows that the analysis of movement of the blind body in space has allowed the definition of multisensorial subsidies for the architecture and urbanism project, not only providing more spatial inclusion to these individuals, but also higher environmental quality for all people.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPessoas cegaspt_BR
dc.subjectEspaço urbanopt_BR
dc.subjectExperiência ambientalpt_BR
dc.subjectPercepção ambientalpt_BR
dc.subjectOrientação e mobilidadept_BR
dc.titleMuito mais que o escuro: a vivência espacial dos cegos como base para a compreensão sensível da cidadept_BR
dc.title.alternativeMore than the dark: experience of the blind people as a basis for the sensitive understanding of the urban areapt_BR
dc.typedoctoralThesispt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMOpt_BR
dc.contributor.authorID02244371433pt_BR
dc.contributor.advisorID30804884404pt_BR
dc.contributor.referees1Costa, Angelina Dias Leão-
dc.contributor.referees1ID02719377422pt_BR
dc.contributor.referees2Dantas, George Alexandre Ferreira-
dc.contributor.referees2ID91582610444pt_BR
dc.contributor.referees3Paula, Katia Cristina Lopes de-
dc.contributor.referees3ID00486222900pt_BR
dc.contributor.referees4Santiago, Zilsa Maria Pinto-
dc.contributor.referees4ID17034493391pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa se desenvolveu a partir de uma pergunta inicial: em que aspectos o entendimento do espaço urbano por pessoas que não dispõem do sentido da visão pode contribuir para o planejamento de uma cidade mais acessível? Como resposta preliminar a essa questão foi definida a hipótese que o reconhecimento da percepção sensível da cidade pelas pessoas cegas possibilita o entendimento de elementos menos evidentes para os demais usuários, o que permite a utilização consciente dessas informações pelos profissionais que intervém no espaço, favorecendo o desenho urbano. Conduzida por um paradigma de análise espacial fundamentado no ser humano e na relação pessoa-ambiente, a investigação analisou a percepção de pessoas cegas durante a sua movimentação pela cidade, tendo como alicerce os aspectos sociais e físicos da deficiência visual, as condições de orientação/mobilidade do corpo cego e os conceitos de ambiência urbana, experiência ambiental, affordance e wayfinding. Nesse contexto, o objetivo geral do estudo empírico foi compreender os principais elementos que compõem a percepção do espaço urbano pelas pessoas cegas e que possam subsidiar ideias favoráveis ao desenho urbano. A fim de provocar a discussão sobre estratégias multissensoriais utilizadas na compreensão do espaço urbano, evocando sentidos como o olfato, audição, tato e o paladar, a metodologia da pesquisa empírica foi desenvolvida em dois momentos: (i) visita a centros de treinamento de orientação e mobilidade; (ii) experimento planejado com participação de pessoas cegas dispostas a contribuir com a pesquisa e que apresentassem condições para mobilidade autônoma pela cidade. Essa última etapa ocorreu em um setor urbano adjacente ao Instituto de Educação e Reabilitação dos Cegos do Rio Grande do Norte, no bairro do Alecrim, Natal-RN, e incluiu entrevistas individualizadas, percurso comentado e com o uso de recursos tecnológicos, e desenho-estória. Ressaltando a percepção, cognição e memória das pessoas cegas, os resultados mostram que os sentidos como as bases do conhecimento e entendimento do espaço, constatação que reforça a sua importância no planejamento ambiental. As informações coletadas subsidiaram a confecção de uma versão inicial de mapa sensorial da área urbana escolhida. Confirmando a hipótese, a pesquisa conclui que a análise do movimento do corpo cego no espaço possibilita a definição de subsídios multissensoriais para o projeto de arquitetura e urbanismo, não apenas proporcionando mais inclusão espacial a estes indivíduos, mas maior qualidade ambiental para todas as pessoas.pt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ARQUITETURA E URBANISMOpt_BR
Appears in Collections:PPGAU - Doutorado em Arquitetura e Urbanismo

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