CCS - Especialização em Citologia Ginecológica Oncótica
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Navegando CCS - Especialização em Citologia Ginecológica Oncótica por Autor "0000-0003-3405-7008"
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TCC Análise dos indicadores de qualidade pós-analíticos dos exames citopatológicos em um laboratório clínico(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-09-29) Lopes, Juliana Carvalho de Brito; Dantas, Deyse de Souza; 0000-0002-8284-0999; http://lattes.cnpq.br/3229830569545582; Queiroz Filho, José; 0000-0003-3405-7008; http://lattes.cnpq.br/0426121542319925; Pessoa, Daliana Caldas; http://lattes.cnpq.br/7062425385750835No Brasil, o exame citopatológico é recomendado para detecção das lesões precursoras do câncer do colo uterino (CCU). Para que se tenha um rastreamento mais preciso, a Portaria 3.388/2013 (QualiCito) determinou padrões e propõe a análise de indicadores para monitoramento da qualidade dos exames. O objetivo deste estudo foi analisar os indicadores de qualidade pós-analíticos dos exames citopatológicos realizados em um laboratório clínico, de acordo com o Manual de Gestão da Qualidade para Laboratório de Citopatologia. Este é um estudo quantitativo, sobre a qualidade diagnóstica da citologia preventiva do CCU. Foram analisados 1.340 esfregaços cérvico-vaginais pelo método convencional de Papanicolau. Dos 1.339 exames considerados satisfatórios para avaliação, foram calculados os indicadores de qualidade propostos pelo Ministério da Saúde. O resultado do IP foi de 3,7%, o índice ASC/exames satisfatórios foi de 2,5%, o índice de ASC/exames alterados atingiu 65,6%, a razão ASC/SIL foi 3,0 e o índice de HSIL/exames satisfatórios foi de 0,4%. O indicador relacionado à categoria ASC/exames alterados apresentou valor acima da referência, o que sugere erros relacionados à fase analítica, mais precisamente erros de interpretação diagnóstica, demonstrando a necessidade de educação continuada para os profissionais responsáveis pelo escrutínio das lâminas.TCC Importância da prevenção de câncer de colo uterino na população transgênero(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-09-29) Pontes, Talles Henrique de Araújo; Freitas, Janaina Cristiana de Oliveira Crispim; 0000-0002-1344-0078; http://lattes.cnpq.br/2644540835478572; 0000-0002-1344-0078; http://lattes.cnpq.br/2644540835478572; Silva, Uaska Bezerra da; http://lattes.cnpq.br/9309987119591098; Queiroz Filho, José Queiroz José; 0000-0003-3405-7008; http://lattes.cnpq.br/0426121542319925Nesta cartilha, aborda-se a população transgênero no Brasil, destacando a falta de políticas públicas específicas para homens transgênero com útero no contexto do câncer de colo de útero. Pesquisas apontam que cerca de 2% da população brasileira se autodeclara como trans ou não-binária. É enfatizado a importância da afirmação de gênero, incluindo terapia hormonal e cirurgia, para os homens transgênero e a preocupação com a falta de dados do Ministério da Saúde sobre essa população em relação ao câncer de colo de útero e ao HPV. Abordamos o Papilomavírus Humano (HPV), com foco em sua transmissão e fisiopatologia, destacando sua associação com diversos tipos de câncer. É importante ressaltar que a infecção pelo HPV é comum, podendo permanecer latente por anos e levar ao desenvolvimento de câncer. Também mencionamos que nossa população transgênero, incluindo homens trans, está em risco devido a altos índices de atividade sexual. Em relação as formas de combate ao HPV e ao câncer de colo de útero, enfatizamos a vacinação gratuita pelo Ministério da Saúde e no rastreio do câncer. No entanto, destaca-se a falta de conscientização e políticas de saúde específicas para homens transgênero, o que torna difícil avaliar a exposição, letalidade e indicadores de lesões cervicais nesse grupo. No que diz respeito à citologia cervical em homens transgênero, abordamos a necessidade de considerar a atrofia epitelial e o uso de estrogênio antes do exame de Papanicolau. Por fim, ressaltamos a necessidade urgente de inclusão dos homens transgênero nas políticas de rastreio do câncer de colo de útero e a criação do projeto "Rastreio de Câncer Cervical em Homens Transgênero no Rio Grande do Norte". Isso permitirá obter dados epidemiológicos precisos e direcionar políticas públicas que atendam a essa população de forma adequada.