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Navegando por Autor "Andrade, Luciana Vieira"

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    A Criptografia no ensino fundamental e médio
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016) Dantas, Andréa de Araújo; Santos, Odilon Júlio dos; Santos, Odilon Júlio dos; Ecco, Daniel; Andrade, Luciana Vieira
    Neste trabalho, enveredamos pela análise do uso da criptografia no ensino de Matemática nos níveis fundamentais e Médio através da realização de exemplos de utilização prática dos conteúdos matemáticos do currículo base da Educação Básica como forma de visualização da amplitude dos caminhos matemáticos no processo de ensino-aprendizagem dentro do ambiente escolar. O estudo deste trabalho começa pela elucidação dos principais fatos históricos que contribuíram para o desenvolvimento da criptografia e das tecnologias como as conhecemos hoje. No decorrer do trabalho são apresentadas formas de construção de cartas códigos através da criptografia pelo uso de saberes matemáticos. Tudo isso possui como principal ponto de ancoragem a construção de um significado mais amplo de alguns conteúdos matemáticos que muitas vezes são apresentados de forma crua e sem nenhum atrativo que motive os alunos a desenvolverem conhecimentos em torno do que é ensinado. Por fim, abordam-se as principais aplicações da criptografia que se apresentam no nosso dia a dia e que muitas vezes não vemos a sua importância, tampouco vemos todo o universo matemático que existe por trás de uma simples mensagem emitida de um aparelho para outro.
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    A geometria como instrumento de aprendizagem e sucesso na OBMEP
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-07-09) Ferreira, Jonilda Alves; Santos, Odilon Julio; Santos, Odilon Julio; Ecco, Daniel; Andrade, Luciana Vieira
    Este trabalho é o resultado de uma revisão bibliográfica e, também, o relato de uma experiência de sucesso de uma professora que, no sertão da Paraíba, consegue, por meio do ensino de geometria, estimular seus alunos para a aprovação nas olimpíadas brasileiras de matemática – OBMEP. Baseando-se no pensamento de autores como Struik (1989), Boyer (2003) e Smole (2007), dentre outros, fez-se um passeio pela matemática através dos tempos, questionou-se o ensino e a aprendizagem de matemática no ensino fundamental, discutiu-se a importância da geometria e, por último, observou-se uma história de sucesso de alunos do ensino fundamental com a professora de matemática, Jonilda Alves Ferreira, na escola municipal Cândido de Assis Queiroga, em Paulista – PB, comprovando-se que, se há estímulo, há recompensa.
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    Atividades em sala de aula para o estudo de geometria no ensino médio
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-07-02) Lima, Djailson Ferreira; Andrade, Luciana Vieira; Andrade, Luciana Vieira; Diniz, Iesus Carvalho; Benavides, Júlia Victoria Toledo
    Trabalhar matemática de forma a facilitar o processo de ensino aprendizagem é um problema constante. Um grande problema no Ensino de Matemática é a resistência e dificuldade dos alunos para aprender essa estupenda Ciência. Ao aluno deve ser dado o direito de aprender. Não um “aprender” mecânico, repetitivo, de fazer sem saber o que faz e porque faz. Muito menos um “aprender” que se esvazia em brincadeiras. Mas um aprender significativo, do qual o aluno participe raciocinando, compreendendo, reelaborando o saber historicamente produzido e superando, assim, sua visão ingênua, fragmentada e parcial da realidade E como um matemático, estou sempre buscando problemas para solucionar. Entretanto, para buscar a solução de um problema, precisamos, primeiramente, saber e entender qual é o problema. O que mais vejo os alunos comentando pelos corredores das escolas, desde alunos do Ensino Fundamental a alunos do Ensino Médio, é que “a Matemática é chata” e que “a Matemática é difícil”. Pronto, já temos um ponto de partida. Acredito que essas duas afirmações podem ser resumidas em uma terceira, ou seja, matemática é chata e difícil porque ela é abstrata. O material concreto pode ser fundamental para que isso ocorra. Nesse sentido, o material mais adequado, nem sempre, será o visualmente mais bonito e nem o já construído. Muitas vezes, durante a construção de um material, o aluno tem a oportunidade de aprender matemática de uma forma mais efetiva. Em outros momentos, o mais importante não será o material, mas sim a discussão e resolução de uma situação-problema ligada ao contexto do aluno, ou ainda, a discussão e utilização de um raciocínio mais abstrato. Esse é o objetivo deste trabalho, sabemos do atual desinteresse dos nossos discentes com respeito às aulas de matemática onde permeia a falta de atenção constante, sabemos que as aulas expostas aos nossos discentes não apresentam nenhum atrativo que desperte a sua atenção e que aguce o senso de pensar, de formular ideias e de despertar o seu senso de imaginar e resolver os problemas de forma lógica. Desta forma trabalhar geometria utilizando material concreto torna-se uma alternativa para que os conteúdos apresentados torne-se mais atrativos e de fácil recepção, para isso aos invés de se calcular o volume de um sólido geométrico com informações colocadas no quadro negro, opta-se por utilizar ,por exemplo ,um paralelogramo medindo-se suas dimensões, e obtendo informações para calculo de área desse sólido, de quanto se gastará para que toda a sua área seja coberta por determinado material ,bem como iria gastar e para encher esse sólido com um liquido dando um preço para cada litro.
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    Dissertação
    História da matemática e tecnologias da informação e da comunicação no ensino de função
    (2017-11-17) Andrade, Luciana Vieira; Sousa, Giselle Costa de; ; ; Morey, Bernadete Barbosa; ; Gomes, Severino Carlos;
    Esse texto descreve uma pesquisa em que se apresentam concepções norteadoras do uso da História da Matemática (HM) no ensino de Função, a qual recorre a elementos da utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) e da Investigação Matemática (IM) na sala de aula, compondo uma dissertação de Mestrado Profissional que tem como objetivo propor um Caderno de Atividades pautado na articulação entre HM e TIC via IM que contribua para o processo de ensino-aprendizagem de Função. Nesse sentido, foi realizada uma pesquisa qualitativa com duas fases: a primeira sendo teórica e feita por meio de pesquisa do tipo bibliográfica e a segunda, com natureza mais prática, caracterizando-se pela perspectiva da pesquisa ação. Como resultado foi delineado um panorama histórico do conceito de Função - com base na perspectiva de Youschkevitch (1976) - cujo conteúdo foi referência para o desenvolvimento do Produto Educacional, composto por um Caderno de Atividades, aplicado a alunos da Educação Básica, o qual aborda o conceito de Função desenvolvido ao longo da história, usando como apoio o software Geogebra à luz da IM.
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    O uso do Origami como ferramenta didática facilitadora no processo de ensino-aprendizagem dos conceitos básicos de Geometria Plana e Espacial
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-07-09) Cortez, Allan Rodrigo Almeida; Ecco, Daniel; Santos, Odilon Júlio dos; Andrade, Luciana Vieira
    O presente trabalho apresenta uma abordagem diferenciada no Ensino de Matemática para o Ensino Médio sobre o uso do Origami como ferramenta didática facilitadora no processo de ensino-aprendizagem dos conceitos básicos de Geometria Plana e Espacial. Inicialmente apresento um contexto histórico do Origami, desde o seu surgimento até a sua aplicabilidade em sala de aula, explanando também o Ensino de Geometria nos dias atuais. Por fim, realizo uma sequência didática com as dobraduras que pode ser aplicada em sala de aula, mais precisamente com a turma da 2º série do Ensino Médio, com o intuito de que com o uso de materiais concretos e através das dobraduras os alunos possam ter a abstração necessária para uma aprendizagem mais significativa sobre a Geometria.
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    Provas de identidades via argumentos combinatórios
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-08-28) Silva, Maximiliano Paulo da; Diniz, Iesus Carvalho; Diniz, Iesus Carvalho; Santos, Odilon Júlio dos; Andrade, Luciana Vieira
    A Análise Combinatória é o ramo da Matemática que analisa estruturas e relações discretas. A partir de seu estudo é possível resolver inúmeros problemas, principalmente aqueles que nos remetem a determinar cardinalidades, isto é, enumerar ou contar os subconjuntos de um conjunto finito dado e que satisfazem certas condições dadas. Para isto, contamos com várias técnicas de contagem, tais como, as combinações, arranjos e permutações, que são consideradas dentre tantas outras as mais conhecidas e, praticamente as mais utilizadas no ensino básico e até mesmo nas graduações de licenciatura em Matemática. O presente trabalho, não vem mostrar as fórmulas algébricas que são utilizadas para solucionar problemas de contagem. Vem apresentar uma técnica bastante interessante e de grande relevância para aqueles que desejam aprimorar e/ou remodelar a visão de como utilizar-se desse ramo para solucionar problemas de contagem, sem necessariamente está atrelado à fórmulas prontas. Nesse sentido, apresentamos algumas identidades combinatórias que serão demonstradas algebricamente e aplicadas na resolução de problemas, a partir de argumentações pautadas nos princípios básicos que fundamentam esse estudo. Desse modo, é possível perceber o quanto a Análise Combinatória aguça a forma de pensar a Matemática, principalmente quando se trata de situações problemas contextualizadas, o que proporciona um aprendizado mais preciso e concreto sobre o tema, ampliando o campo de visão e as possibilidades de utilização sem recorrer a meras fórmulas prontas.
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    Resoluções de problemas com abordagen prática no ensino-aprendizagem de Matemática
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016-07-02) Farias, Raene Galvão; Andrade, Luciana Vieira; Andrade, Luciana Vieira; Diniz, Iesus Carvalho; Santos, Odilon Julio dos
    A educação é a principal ferramenta que estimula o desenvolvimento de um povo. Hoje no Brasil podemos encontrar inúmeras deficiências em todo o processo de ensino-aprendizagem. Para entendermos a Metodologia da Resolução de Problemas, é de suma importância definir o que se conhece como um problema, ou seja, qualquer situação que exija o pensar do indivíduo para encontrar uma solução, caracteriza-se como problema. A prática mais frequente na Resolução de Problemas, consiste em ensinar um conceito, um procedimento ou técnica e depois apresentar um problema para avaliar se os alunos são capazes de empregar o que lhes foi ensinado. A matemática avança à custa de se resolver problemas, tal pensamento está de acordo com essa perspectiva, mas sabe-se que é necessário contornar determinadas condições para recuperar, para a aula, o papel produtor que se tem os problemas. Para que os alunos possam resolver problemas é necessário que disponham de certas ferramentas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva. Segundo Andrade e Holanda (2010) na abordagem qualitativa o pesquisador é sujeito são produtores de pensamento, a especificidade desse tipo de pesquisa refere-se à busca dos aspectos da realidade do sujeito, considerando que esses aspectos são apreendidos por sujeitos pesquisadores. As considerações feitas ao longo deste trabalho tinham a intenção de destacar a importância da resolução de problemas como estratégia didática para um ensino que desencadeia no aluno um comportamento de pesquisador, estimula a curiosidade e prepara o aluno para lidar com situações novas sendo motivado a pensar, conhecer, ousar e solucionar problemas matemáticos dentro e fora da escola.
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    Trabalhando com porcentagem no ensino médio: uma experiência contextualizada e realizada em sala de aula
    (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2016) Santos, Cláudio Kubitschek Silva; Andrade, Luciana Vieira; Andrade, Luciana Vieira; Diniz, Iesus Carvalho; Benavides, Júlia Victoria Toledo
    A Matemática é uma ciência exata que está inserida na grade curricular das escolas. É tida como a ciência base para outras e acompanha o homem em sua evolução histórica, social e cultural, trazendo frutos significativos. A porcentagem é um conteúdo da Matemática que está presente em muitas situações da nossa vida, mas, principalmente no mercado financeiro onde é bastante utilizada em lojas comerciais para expressar valores de descontos, promoções e taxas de juros. Os alunos, em geral, não dominam o conteúdo de porcentagem, podemos dizer que é a falta de metodologias de ensino que possam estimular e motivar, assim sendo, o professor utiliza para a sua aula somente os meios do quadro e livro didático. A falta de contextualização do conteúdo com a vida dos alunos cria uma barreira da ciência com o cotidiano, e os alunos não sabem por qual motivo ou onde irão utilizar o conhecimento aprendido por eles em sala de aula. A experiência em sala de aula traz ao aluno a junção da teoria e da prática, uma vez que viram a teoria comprovam na atividade tudo o que aprenderam trazendo um estímulo ao lidar com o conteúdo motivando-os a continuar a aprender. A proposta é realizar uma experiência prática e contextualizada com os alunos da 2ª Série do Ensino médio levando os mesmos a estabelecimentos comerciais para pesquisarem os preços de produtos eletrodomésticos e poder calcular a diferença percentual de produtos vendidos a preço de à vista e a prazo em 10 parcelas. Em seguida será proposta a turma uma venda fictícia de eletrodomésticos, os mesmos pesquisados. Eles terão que convencer a sala a vender seus produtos, o objetivo dessa experiência é aprender sobre porcentagem e seu uso no dia a dia, calcular a diferença percentual de produtos vendidos à vista e a prazo, estimular e despertar nos alunos habilidades de comunicação, liderança e pensamento rápido. A turma realizou a experiência e calculou a diferença percentual dos preços. A experiência proporcionou não somente o aprendizado com cálculos de porcentagem, mas também, com conceitos de matemática financeira, e também estimulou e motivou o aprendizado. Fica claro que o professor de matemática precisa buscar sempre novas metodologias de ensino que proporcionem um aprendizado mais contextualizado e eficaz.
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