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TCC A atuação do/a pedagogo/a em espaços não escolares: um levantamento no projeto político, pedagógico e curricular do curso de pedagogia presencial da UFRN(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-06-20) Correia, Maria do Socorro Tinôco; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; https://orcid.org/0000-0001-9570-6660; http://lattes.cnpq.br/3389381045338422; http://lattes.cnpq.br/2735205294436983; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; https://orcid.org/0000-0001-5355-3547; http://lattes.cnpq.br/5122671799874415; Freitas, Dayana Lucia Rodrigues De; http://lattes.cnpq.br/4331340130870278; Aquino, Fernanda Mayara Sales deEste estudo aborda os espaços não escolares como possibilidade de atuação do/a pedagogo/a e tem o seguinte problema de pesquisa: Como os espaços não escolares são abordados no Projeto Político Pedagógico e Curricular – PPC do Curso de Pedagogia presencial da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN? Visando o desenvolvimento do problema, tem-se como objetivo geral: Analisar como são abordados os espaços não escolares no PPC do Curso de Pedagogia presencial da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN, 2017). Tem-se como metodologia uma pesquisa com abordagem qualitativa, descritiva, com o uso da revisão da literatura e da pesquisa documental. Como fonte de dados, fez-se uso de uma análise crítica com auxílio do Projeto Pedagógico Curricular do Curso de Pedagogia presencial da UFRN 002/2017 e dos autores que fundamentaram o estudo como Libâneo (2011) Gohn (2006); Severo (2017) e Miranda (2017). Os resultados revelam que no Projeto Pedagógico do Curso de Pedagogia Presencial da UFRN 02/2017, o termo espaços não escolares é citado 20 (vinte) vezes e que o currículo contempla 08 (oito) disciplinas que abordam a temática em questão, seja de forma específica ou com inserção de conteúdos relativos à espaços não escolares, o que deixa claro que o curso proporciona a expansão da atuação do/a pedagogo/a em espaços educativos além do espaço escolar, oferecendo conhecimentos que podem possibilitar que os/as futuros/as pedagogos/as atuem em espaços não escolares.TCC Biblioteca escolar: lugar de ensinar, aprender e formar cidadãos(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-03-23) Lopes, Emily Kainy Dias; Freitas, Dayana Lúcia Rodrigues de; Freitas, Dayana Lúcia Rodrigues de; Reis, Mônica Karina Santos; Costa, Ademarcia Lopes de OliveiraA biblioteca escolar é um espaço rico de informações que podem e devem ser utilizadas dentre as ferramentas primordiais do processo de ensino e aprendizagem. Com a intenção de responder como a Biblioteca pode contribuir para o processo de ensino e tornar-se uma extensão da sala de aula na prática, descrevendo a relevância da biblioteca no contexto do processo de ensino e aprendizagem de alunos do Ensino Fundamental I. O estudo se trata de uma pesquisa qualitativa, de natureza básica no contexto de uma escola pública, no município de Santo Antônio/RN, tendo como instrumento de coleta de dados dois questionários em forma de entrevista, cada um contendo 10 perguntas, construídas através da curiosidade sobre os trabalhos realizados onde na teoria deveria ser uma biblioteca escolar, mas é uma sala de leitura. A amostra coletada contou com 50 respostas de professores de 1º-5º ano; e 10 respostas da profissional que atua na sala de leitura. A análise dos dados coletados foi realizada através da fundamentação teórica utilizada nesta pesquisa e apontou que, de forma geral, todos os docentes creem na importância do uso da sala de leitura como extensão das suas práticas pedagógicas. Os resultados da análise apontaram que infelizmente a escola não possui estrutura para uma biblioteca escolar, não possui um ambiente adequado, não possui profissionais habilitados, não há integração efetiva entre “sala de leitura” e comunidade escolar, e na percepção docente, o espaço da sala de leitura tem deixado a desejar em relação à sua atratividade, organização e mobiliário. Entretanto as atividades realizadas na sala de leitura têm produzido bons resultados na formação dos estudantes da escola, como: Desenvolvimento e estímulo à leitura, escrita, fala e fortalecimento das interações sociais e culturais.TCC Educação não escolar com ênfase na pedagogia hospitalar: análise da classe hospitalar do GAAC(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-06-20) Pinto, Carla Priscila Teixeira de Lima; COSTA, Ademarcia Lopes de Oliveira; https://orcid.org/0000-0001-9570-6660; http://lattes.cnpq.br/3389381045338422; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; https://orcid.org/0000-0001-5355-3547; http://lattes.cnpq.br/5122671799874415; Freitas, Dayana Lúcia Rodrigues de; http://lattes.cnpq.br/2905658839080702; Reis, Mônica Karina SantosEste estudo está vinculado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Trata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso, com o seguinte problema de pesquisa: como se configura a organização, o funcionamento e os desafios da classe hospitalar do Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GAAC)? Tem-se como objetivo geral analisar a organização da classe hospitalar no GAAC, com base nos elementos necessários para o seu funcionamento, bem como o trabalho pedagógico realizado. Fez-se uso de abordagem qualitativa, descritiva, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica e da pesquisa de campo, com o uso da entrevista semiestruturada. Utilizou-se para a fundamentação teórica autores como Severo (2015 e 2017), Mollenhauer (1999), Silva (2007), Sandroni (2011), Fonseca (2003), Barros (2007) e Calegari-Falco (2007). Os resultados obtidos revelam que apesar de todos os obstáculos encontrados – como a falta de reconhecimento desse campo de atuação, indiferença e dificuldade de algumas instituições escolares em colaborar, além do sofrimento das crianças –, a classe hospitalar do GAAC atende os requisitos legislativos, ou seja, é bem estruturada tanto com relação a parte física como a de recursos destinados para a realização das atividades, e tem um trabalho pedagógico de excelência. Além disso, os profissionais são muito empenhados em manter a continuidade da escolarização, sempre com muita afetividade e carinho com os seus alunos-pacientes. Conclui-se que a organização do trabalho pedagógico e o funcionamento do GAAC atende as exigências necessárias para o funcionamento de uma classe hospitalar, desempenhando-a com sucesso.TCC Educação no sistema prisional potiguar: Cadeia Dinorá Simas Lima Deodato - Ceará Mirim-RN(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024) Rosendo, Failma de Araújo; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; Contiero, Lucineia; Ribeiro, Wagner LeiteAs prisões globais enfrentam desafios na proteção dos direitos humanos e na dignidade dos detentos, uma realidade acentuada pela superlotação e pela falta de recursos, dificultando a ressocialização dessas pessoas. A educação surge como um elemento chave neste processo, promovendo a reinserção social e reduzindo a reincidência. No entanto, a carência de oportunidades educacionais nas prisões amplia as disparidades sociais e perpetua a criminalidade, evidenciando a necessidade urgente de políticas educacionais efetivas e abrangentes no sistema prisional. Nesse contexto, esse estudo tem como objetivo analisar os projetos e programas educacionais implementados para a ressocialização dos reeducandos em uma unidade prisional, no município de Ceará Mirim – Rio Grande do Norte. Para tanto, utilizou-se uma abordagem qualitativa com pesquisa de campo, onde os dados foram coletados por meio de entrevistas estruturadas com 16 reeducandos e com 01 coordenadora educacional. A análise dos resultados foi realizada com base em autores como: Freitas (2018), Garcia, Araújo e Santos (2018), Miranda et al. (2021) e Barros Filho, Leite e Monteiro (2023). Em resultado, observou-se que os reeducandos percebem positivamente os programas educacionais, destacando benefícios como aprendizado e preparação para o trabalho, mas ressaltam a falta de material didático. A coordenadora educacional reconhece a importância desses programas, mas aponta desafios como a precarização do sistema prisional e a falta de apoio institucional. Conclui-se que, os programas educacionais na unidade prisional em estudo, têm um impacto positivo na ressocialização dos detentos. Entretanto, é necessário enfrentar desafios institucionais, como a falta de recursos e apoio do poder público, para melhorar esses programas e contribuir mais efetivamente para a reintegração social dos reeducandos.TCC Família e educação: a formação de uma identidade LGBTQUIAPN+(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-12-18) Penha, Helaine Michaelly de Oliveira; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7008867528891784; Ribeiro, Wagner Leite; Freire, Katia Regina Lopes CostaEste estudo está vinculado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Trata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso, cujo problema de pesquisa é: Quais os entraves familiares e educacionais, frutos de uma sociedade moldada em padrões de heteronormatividade, se impõem na formação de identidades homo e transexuais? De que forma esses entraves podem ser superados através da educação? Para o desenvolvimento do problema, tem-se como objetivo geral analisar o processo de formação de identidade LGBTQIAPN+ a partir de artigo baseado em um relato de experiência, estabelecendo relações com as interações na família e na escola, norteadas pelos conceitos de identidade, homogeneização cultural, desigualdade e exclusão. A metodologia é de abordagem qualitativa, de natureza básica e descritiva, por meio da pesquisa bibliográfica e do relato de experiência. Como resultados, constatou-se que ao longo da formação educacional, tanto as instituições da família, quanto a da escola, contribuíram para uma percepção identitária hierarquizada, e que ambas se complementam na reprodução do preconceito e da heteronormatividade. Entretanto, no ambiente educacional também constatou-se ser possível criar redes de apoio e acolhimento entre estudantes contribuindo para uma autoimagem positiva acerca da identidade LGBTQIAPN+. Conclui-se que com todos os cercamentos das possibilidades do ser, das possibilidades de se configurar como outro, nós LGBTQIA+ existimos e resistimos, nos educando nas diversas esferas sociais.Tese Formação continuada e representação social: implicações para a educação inclusiva(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2014-07-28) Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; ; http://lattes.cnpq.br/0778953049451033; ; http://lattes.cnpq.br/3389381045338422; Melo, Elda Silva do Nascimento; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4779910U0; Andrade, João Maria Valença de; ; http://lattes.cnpq.br/0350305925407630; Machado, Laêda Bezerra; ; http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4792784Y4; Magalhães, Rita de Cássia Barbosa Paiva; ; http://lattes.cnpq.br/0351736925269307; Viana, Tânia Vicente; ; http://lattes.cnpq.br/8414664745533930Este trabalho se insere na linha de pesquisa de Formação Docente, circunscrita ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Nele, tratamos de uma pesquisa de cunho qualitativo, cujo objetivo voltou-se à identificar a influência da formação continuada na (re)construção das representações sociais de educação inclusiva e de alunos com deficiência dos professores do Ensino Fundamental. A mesma foi realizada em uma escola de ensino fundamental localizada no município de Cruzeiro do Sul/Acre e contou com a participação de 11 professores. Partimos do princípio de que pensar uma formação continuada inclusiva pressupõe refletir sobre a redefinição e ressignificação das práticas assumidas pelo docente. Para tanto, a formação docente é concebida como um continuum na qual o professor vai formando-se ao formar, moldando sua maneira de ser no convívio social. Defendemos que nesse contexto de interações, vão-se reconstruindo representações sociais que guiam ações e atitudes sobre os objetos que tenham significado para o grupo. Foi com o intuito de analisar essas representações sociais e ao mesmo tempo apresentar uma proposta de formação continuada embasada nas necessidades formativas docentes que fizemos uso da pesquisa-ação colaborativa. Por considerarmos que esta tanto pode atender aos pressupostos de uma investigação quanto de formação profissional ao possibilitar que pesquisadora e demais professores, coletivamente, problematizem situações da prática e, simultaneamente possam intervir na mesma, ressignificando-a. Como procedimentos para obtenção de informações e análise dos dados, realizamos, respectivamente, entrevistas semi-estruturadas (individuais e coletivas); sessões de estudos e a análise de conteúdo. O percurso de pesquisa revelou duas representações sociais integradas uma de educação inclusiva e outra de aluno com deficiência. Notamos que embora os docentes critiquem o caráter estanque e limitado dos cursos de formação continuada que têm frequentado, revelam representações sociais de educação inclusiva e de aluno com deficiência embasados nas teorias e conceitos advindos de tais cursos, o que caracteriza a formação continuada como um dos elementos que influenciam seus discursos e ações. Assim, representam educação inclusiva como uma educação para todos e aluno com deficiência como alguém anormal, diferente, mas capaz de aprender algo . É possível afirmarmos que a partir do momento que os professores se aproximaram de teorias sobre os princípios da educação inclusiva e sobre as possibilidades do aluno com deficiência assumiram novos discursos e, evidenciaram traços de reelaborações nas representações sociais antes apresentadas. Além disso, evidenciamos nessa produção que uma proposta de formação no âmbito escolar, gestada a partir das necessidades docentes e tendo como metodologia a pesquisa-ação colaborativa, propicia a (re)construção coletiva de saberes e fazeres, o compartilhamento de experiências, esperanças, descobertas e inquietações e o desenvolvimento da cooperação e da atitude para a reelaboração de estratégias que superem as dificuldades presentes no cotidiano docenteTCC Gestão escolar e a pandemia da Covid-19: as mudanças nas práticas de gestão de uma escola do município de São Gonçalo do Amarante - RN(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-12-07) ROCHA, Maria Kláudia Jessy Bezerra da; Aquino, Fernanda Mayara Sales de; http://lattes.cnpq.br/8001042188401281; Aquino, Fernanda Mayara Sales de; Brandão, Lucila Carvalho Leite; Costa, Ademarcia Lopes de OliveiraO cenário de pandemia devido ao vírus SARS-CoV-2, o qual implicou no isolamento social, evidenciou vários problemas já existentes na educação básica brasileira. Diante desse cenário, vários agentes estavam engajados em minimizar os impactos que pandemia teria sob a educação escolar, entre esses agentes destacamos, neste artigo, os gestores escolares que precisaram estar à frente das mudanças que, repentinamente, o processo educativo requereu. Este artigo objetiva discutir práticas pedagógicas de gestão em um Centro de Ensino de Educação Infantil de São Gonçalo do Amarante, a fim de compreender os desafios e as mudanças que ocorreram no processo educativo desta escola com o advento da pandemia. Para tanto, foi adotado o método da entrevista compreensiva de Kaufman (2013), a fim de compreender as singularidades das mudanças nesse Centro, fazendo uma análise entre as práticas do pedagogo enquanto coordenador/gestor escolar no pré e pós-pandemia. Ao longo do texto, se mostra um panorama da relação entre gestão democrática e a educação, tendo em vista a importância de seus mecanismos para alcançar uma educação de qualidade. Com as entrevistas, se concluiu que o maior desafio para a gestão durante a pandemia foi a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação para o ensino e as dificuldades do corpo docente em lidar com esse novo cenário educativo, mas também foi mencionado que houveram grandes aprendizados que continuam permeando o fazer pedagógico e que foram fixados no respectivo Projeto Político Pedagógico.TCC A importância da ludicidade na aprendizagem no ensino fundamental I: reflexões sobre as vivências pedagógicas no estágio supervisionado não obrigatório(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-07-12) Souza, Ana Priscila Calixto de; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; https://orcid.org/0000-0001-9570-6660; http://lattes.cnpq.br/3389381045338422; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/1511498517447469; Costa, Gilberto Ferreira; https://orcid.org/0000-0003-2495-1030; http://lattes.cnpq.br/2622014367423112; Ribeiro, Wagner LeiteEste estudo está vinculado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN. Trata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso, cujo problema de pesquisa é: como as práticas que envolvem a ludicidade em sala de aula favorecem o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças no ensino-aprendizagem no primeiro e segundo ano do ensino fundamental? Para o desenvolvimento do problema tem-se como objetivo geral analisar como a efetivação de abordagens metodológicas lúdicas no ensino pode influenciar positivamente o desenvolvimento físico, social e emocional dos alunos do primeiro e segundo ano do Ensino Fundamental, anos iniciais. Como metodologia, utilizou-se a pesquisa qualitativa, descritiva, por meio da pesquisa bibliográfica e do relato de experiência obtido durante o estágio supervisionado não obrigatório que foi realizado no Ensino Fundamental I, especificamente nas turmas de primeiro e segundo ano em uma escola da rede pública de ensino situada no município de São Gonçalo do Amarante – RN. Esta pesquisa foi embasada nos estudos de Luckesi (2000), Montessori (1987), Piaget (1971), Vygotsky (1994), Wallon (2007), dentre outros. Os resultados revelam que as atividades lúdicas quando implementadas de forma adequada no ambiente escolar desempenham um papel significativo no desenvolvimento cognitivo, emocional e físico dos alunos. Observou-se que as principais atividades lúdicas utilizadas eram jogos educativos, contação de histórias e dramatizações, sempre cuidadosamente organizadas pelas professoras, adaptadas às necessidades e interesses dos alunos, e integradas ao currículo escolar. Além disso, percebeu-se que a interação entre os/as docentes e os/as alunos/as durante essas atividades foi marcada por uma atmosfera colaborativa e participativa, na qual os/as estudantes eram encorajados/as a expressar suas ideias, resolver problemas e colaborar uns com os outros, promovendo assim um ambiente de aprendizado dinâmico e inclusivo. Conclui-se que a ludicidade é uma abordagem de extrema importância que deve ser incorporada nas instituições de ensino fundamental, com o objetivo de promover uma aprendizagem rica em significados e desenvolver ainda mais o potencial de cada aluno, abarcando tanto os aspectos cognitivos quanto os emocionais, contribuindo assim para o seu pleno desenvolvimento educacional, físico e social.Tese O ensino da matemática por pedagogos: a formação continuada como instrumento de desfamiliarização das representações sociais(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-12-03) Oliveira, Mariana Antunes Medeiros de; Andrade, Erika dos Reis Gusmão; Kranz, Cláudia Rosana; https://orcid.org/0000-0002-5296-8481; http://lattes.cnpq.br/0778953049451033; http://lattes.cnpq.br/8738083721071162; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; Nacarato, Adair Mendes; Lira, André Augusto DinizEsta pesquisa surgiu do desejo de colaborar com a formação do pedagogo no que tange ao seu ofício de ensinar matemática. Encontramos, em pesquisa anterior, um panorama desfavorável, pois identificamos que professores que ensinam matemática apresentam dificuldade com os conteúdos matemáticos, possuem poucos conhecimentos acerca da Educação Matemática, e um entrave em conseguir estabelecer com esses conhecimentos a articulação teoria e prática. Tais fatores justificaram o fato desses professores recorrerem ao uso de representações sociais advindas do seu processo de escolarização para fundamentarem suas práticas relacionadas ao ensino da matemática. Pensamos em estratégias para lidar com o problema, ofertando um ensino da matemática que oportunizasse a compreensão dos conteúdos de maneira significativa, reflexiva, contextualizada com os conhecimentos advindos do grupo, capaz de auxiliar no processo de desfamiliarização das concepções pedagógicas tradicional e técnica de ensino. Tivemos como objetivo geral analisar como a formação continuada pode contribuir para o ensino da matemática dos pedagogos que atuam no ensino fundamental e para a desfamiliarização das representações sociais consolidadas sobre o ensino da matemática. Utilizamos a abordagem qualitativa, de natureza explicativa/transformadora. Optamos pelo uso da pesquisa-ação, na qual o plano de ação previa o desenvolvimento de um processo formativo fundamentado na Educação Matemática e o uso de suas tendências. Contamos com a colaboração de 6 professores da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte, que, além de participar dos encontros formativos, tiveram momentos de planejamento coletivo e acompanhamentos de suas práticas. A produção e coleta dos dados teve como instrumento principal as transcrições dos encontros do grupo focal, e contou com elementos complementares: o registro do diário de campo (encontros formativos na universidade e encontros práticos na escola) e as gravações dos encontros formativos. A análise dos dados foi fundamentada em Arruda (2005), buscando uma compreensão holística e integradora do fenômeno estudado. Pelo processo analítico, encontramos as dimensões amplas do fazer docente: o eu e o outro; a afetividade; e a articulação entre teoria e prática. Elas foram percebidas como capazes de auxiliar a familiarização de saberes profissionais fundamentados na Educação Matemática. Em nossos resultados, apontamos que, pelo processo de formação continuada, foi possível haver uma desfamiliarização das representações sociais escolares do que é ensinar matemática, e uma familiarização com conhecimentos do universo reificado, proporcionando a construção de representações de natureza profissional. Chegar a esse resultado foi possível através de uma prática docente fundamentada na Educação Matemática, trabalhando a apropriação do conteúdo em um processo formativo, construído e amparado no contexto da práxis.TCC Planejar é um ato complexo: uma análise sobre o processo de elaboração do planejamento de ensino em uma escola estadual do município de Nova Cruz/RN(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-12-21) Ribeiro, Erika Caroline Soares; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; https://orcid.org/0000-0001-9570-6660; http://lattes.cnpq.br/3389381045338422; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; Reis, Mônica Karina Santos; Freitas, Dayanna Lúcia Rodrigues deEste estudo está vinculado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Trata-se de um Trabalho de Conclusão de Curso, cujo problema de pesquisa é: em que consiste o processo de elaboração do planejamento de ensino dos professores dos anos iniciais de uma escola estadual da cidade de Nova Cruz – RN? Visando o aprofundamento da temática, definiu-se como objetivo geral: analisar o processo de elaboração do planejamento de ensino dos professores dos anos iniciais atuantes em uma escola estadual da cidade de Nova Cruz – RN. Tem-se como metodologia uma pesquisa com abordagem qualitativa, de natureza básica; quanto aos objetivos, descritiva; quanto aos procedimentos, deu-se por meio da revisão bibliográfica e da pesquisa de campo com o uso do questionário, realizado com seis (6) docentes em uma escola do município de Nova Cruz – RN. Os resultados revelam que os professores compreendem o planejamento de ensino como a forma pelo qual o trabalho docente é organizado/estruturado para que seja possível atingir fins específicos e a efetivação de uma educação de qualidade, reconhecendo sua importância na prática docente. Entretanto, o conhecimento acerca do tema tratado mostrou-se superficial, faltando aprofundamento sobre alguns aspectos importantíssimos a esse processo, atrelado, principalmente, à realidade que envolve a escola e os alunos. Quanto aos elementos considerados na elaboração do planejamento de ensino, é possível considerar um avanço quando percebemos que os professores não focam apenas nos aspectos burocráticos do planejamento, pois evidenciaram o aluno nesse processo, embora os olhares se direcionaram às dificuldades ou níveis de aprendizagem, ressaltando-se a necessidade de considerar outros aspectos que envolvem o educando. Além disso, evidenciou-se também algumas barreiras que interferem consideravelmente durante a elaboração do planejamento de ensino, como falta de materiais/recursos disponibilizados pela escola, tempo escasso e os diferentes níveis de aprendizagem que se deparam em uma sala de aula. Conclui-se, assim, que o planejamento de ensino para além da burocracia técnica configura-se como humano e político.Dissertação Professores de educação especial: concepções e proposições para uma vivência formativa na perspectiva da bidocência(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-03-31) Silva, Marianna Medeiros da; Silva, Luzia Guacira dos Santos; http://lattes.cnpq.br/1032425601643160; http://lattes.cnpq.br/3213492673254799; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; https://orcid.org/0000-0001-9570-6660; http://lattes.cnpq.br/3389381045338422; Vieira, Francileide Batista de Almeida; Fonseca, Gessica Fabiely; Martins, Lisie Marlene da Silveira Melo; Magalhães, Rita de Cássia Barbosa PaivaCom os desdobramentos da atuação docente entre dois professores, em sala de aula regular do Ensino Médio, nas escolas da rede pública de ensino do Estado do Rio Grande do Norte, após contratação de professores de Educação Especial, resultante do primeiro concurso, em 2015, para este cargo, supomos que alguns desafios e possibilidades vão se configurando nas ações desses profissionais para o processo de inclusão escolar dos alunos com deficiência que acompanham. Desafios e possibilidades que se avolumam, acreditamos, em razão do baixo número de formação continuada ofertada pelos órgãos competentes. Logo, tivemos a pretensão, neste estudo, de responder à questão de pesquisa: quais elementos justificam a organização de um Curso de Formação Continuada para professores de Educação Especial do Ensino Médio, lotados na 2ª Diretoria Regional de Educação- DIREC/PARNAMIRIM/RN, na perspectiva da Bidocência? Como objetivo geral: analisar, no discurso de professores da Educação Especial do Ensino Médio de Parnamirim/RN, elementos que justifiquem uma formação continuada de base bidocente. A pesquisa, de abordagem qualitativa, exploratória do tipo de Levantamento (GIL, 2002), foi mediada, para a construção dos dados, por um questionário com perguntas abertas e fechadas e uma entrevista semiestruturada despadronizada aplicada em Grupo Focal com seis (6) professores de Educação Especial do Ensino Médio, de escolas da rede estadual de ensino; uma entrevista semiestruturada norteada por um roteiro com perguntas abertas e fechadas com duas (2) representantes da Subcoordenadoria de Educação Especial - SUESP e duas (2) Supervisoras de Educação Especial da 2ª DIREC - PARNAMIRIM/RN. O produto da empiria se materializa em uma proposta de formação continuada a ser desenvolvida com professores de Educação Especial do Ensino Médio da referida Regional de ensino. A análise dos resultados considera os princípios da Análise de Conteúdo (BARDIN, 2016), interpretados à luz da literatura especializada na área de estudo. Entre os resultados citamos a necessidade de: reflexão sobre os termos e as concepções que embasam as atribuições dos professores de Educação Especial; traçar o perfil indispensável do trabalho colaborativo para o processo de inclusão escolar; os profissionais envolvidos nesse processo aprofundarem o conhecimento sobre si mesmos, sobre o seu fazer pedagógico, a sua profissão, sobre onde estão atuando, o currículo regular, as possibilidades de flexibilizá-lo e de atuarem como mediadores colaborativos no Ensino Médio; bem como, compreender a deficiência como expressão da diversidade humana; diminuir as barreiras para o trabalho na perspectiva da bidocência, tais como: carência no assessoramento, na orientação e no acompanhamento das atividades desenvolvidas, além da necessária formação continuada em serviço.Dissertação Representação social sobre educação inclusiva por professores de Cruzeiro do Sul - Acre(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2009-06-09) Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; Andrade, érika dos Reis Gusmão de; ; http://lattes.cnpq.br/0778953049451033; ; http://lattes.cnpq.br/3389381045338422; Lira, André Augusto Diniz; ; http://lattes.cnpq.br/8891017471432810; Nunes, Débora Regina de Paula; ; http://lattes.cnpq.br/1188086132826132; Silva, Luzia Guacira dos Santos; ; http://lattes.cnpq.br/1032425601643160Atualmente é cada vez mais recorrente a discussão sobre o oferecimento de uma educação de qualidade para todos os alunos, dentre eles, àqueles com necessidades educacionais especiais. A discussão se amplia com o reconhecimento de que não basta incluir tais alunos no ensino regular, mas principalmente proporcionar-lhes condições de aprendizagem e desenvolvimento. Essa demanda pressupõe mudanças tanto no sistema educacional quanto no cotidiano docente e essas mudanças se traduzem na complexidade das funções atribuídas aos professores e à escola. As novidades advindas com a perspectiva da educação inclusiva exigem a busca de novos modelos formativos para a atuação do docente que em meio a aflições e conflitos vão (re)construindo conhecimentos, saberes e fazeres na tentativa de diminuir o impacto causado pelas necessárias transformações. Foi nesse contexto que efetivamos esta pesquisa, com o intuito de investigar a representação social sobre educação inclusiva para os professores atuantes nas redes de ensino regular públicas de Cruzeiro do Sul/AC. Para nos aproximarmos de tal conteúdo simbólico elegemos o Procedimento de Classificações Múltiplas (PCM) como abordagem metodológica. Para tanto, se fez necessária a aplicação da Técnica de Associação Livre de Palavras (TALP) com 60 participantes, que nos forneceu o material da primeira etapa do procedimento metodológico adotado. A escolha dos participantes teve como critério atuarem com alunos com necessidades educacionais especiais e em instituições públicas de ensino. Posteriormente, aplicamos o PCM com 50 professores oriundos de curso de formação especializada na área da educação inclusiva subgrupo 01 e 30 professores, sem a mencionada formação subgrupo 02. O material apreendido a partir dessa etapa passou por análises multidimensionais e de conteúdo para uma maior apropriação de suas dimensões simbólicas. Os resultados advindos da análise multidimensional evidenciam o objeto educação inclusiva‟ para o subgrupo 01 a partir das facetas: discurso circulante, que envolve a nomeação de características que os docentes consideram necessárias a educação inclusiva; docente na prática inclusiva, que trata da relação entre fazer docente e aluno incluído e repercussões para o aluno, que apresenta os benefícios que a educação inclusiva proporciona ao aluno com necessidades educacionais especiais. Para o subgrupo 02, evidenciam-se as seguintes facetas: características do aluno incluído, que aborda o olhar docente sobre tal aluno; aspectos negativos, que se volta para a nomeação de empecilhos na efetivação de uma educação inclusiva e relação do docente com a educação inclusiva, que abrange elementos profissionais, afetivos e formativos. A análise de conteúdo revela quatro categorias: conceitos discordantes; concepção de educação inclusiva; dimensão do fazer docente inclusivo e dificuldades e resistências para realizar a inclusão do aluno com necessidades educacionais especiais no ensino regular. Ambas as análises multidimensional e de conteúdo evidenciam a constituição de elementos de uma representação social de educação inclusiva envoltos em um amálgama entre as características desta e da integração escolar, concretizados na imagem do aluno diferente‟. O campo representacional do objeto educação inclusiva‟ associa-se notadamente com a representação social de aluno com necessidades educacionais especiais, denotando a deficiência/diferença, isso contribui para a dificuldade dos docentes tornarem concreto o que discursam sobre o fenômenoDissertação Representações sociais dos docentes do curso de Ciências Biológicas da UFCG sobre as tecnologias digitais(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2024-12-10) Gomes, Flávia Albuquerque; Andrade, Erika dos Reis Gusmão; https://orcid.org/0000-0002-5296-8481; http://lattes.cnpq.br/0778953049451033; https://orcid.org/0000-0001-6972-3061; http://lattes.cnpq.br/5806628283996738; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; Cunha, Marlecio Maknamara da SilvaA temática proposta está inserida na área de estudos sobre docência na Educação Superior e se insere na linha de pesquisa Educação, Práticas Pedagógicas e Currículo, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Utilizamos como aporte teórico-metodológico a Teoria das Representações Sociais proposta por Serge Moscovici (1961), que aborda sobre o conhecimento construído e partilhado entre grupos de sujeitos no cotidiano e sua repercussão na interação a partir das comunicações interpessoais, buscando a interpretação do real e a compreensão de fenômenos sociais. Desta forma, escolhemos dialogar com os docentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), lotados em três campi, onde há oferta do referido curso: Cajazeiras, Cuité e Patos. Utilizamos como pressuposto a representação social das tecnologias digitais e sua contribuição no processo educativo para estes docentes. Isso nos forneceu a seguinte questão de investigação: “como se constituem as representações sociais das tecnologias digitais dos docentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFCG?”. Delineamos este trabalho com o objetivo geral de analisar como se constituem as representações sociais das tecnologias digitais dos docentes do curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da UFCG em três campi da UFCG. Quanto aos objetivos específicos, buscamos analisar a compreensão dos docentes sobre o uso de tecnologias digitais, categorizar os conteúdos das representações sociais sobre tecnologias digitais e identificar as tecnologias digitais mais comumente utilizadas pelos docentes do referido curso como instrumento metodológico. Nesta perspectiva, trata-se de uma pesquisa de campo, com abordagem qualitativa de natureza básica. O levantamento das informações se deu através de questionários de perfil e entrevista semiestruturada, e, para a análise dos dados, utilizamos a Teoria das Representações Sociais através da abordagem da Espiral de Contextualização de Arruda (2005). O resultado da pesquisa revelou três dimensões das representações sociais das tecnologias digitais: a primeira sobre ensino à distância, a segunda sobre dispositivos com internet e ferramentas, e a terceira sobre a compreensão da tecnologia como recurso didático. Notamos que, apesar dos docentes refletirem as suas limitações quanto à utilização das tecnologias digitais em suas aulas, as representações sociais são moldadas pelos aprendizados advindos de suas formações pessoais e profissionais, influenciadas pelas inovações tecnológicas impostas nesta década. Observamos que, ao naturalizar os conteúdos das representações sociais, eles revelaram a imagem do computador como representação social do conceito de dispositivos com internet e ferramentas. Além disso, após a pandemia da covid-19, os docentes relataram que continuam utilizando algumas ferramentas tecnológicas como suporte didático em suas aulas de caráter fundamentalmente expositivas, especialmente aplicativos de mensagens e ferramentas do Google. Dessa forma, pudemos perceber a reprodução das mesmas práticas, utilizando apenas novos meios tecnológicos.Tese Representações sociais e a constituição identitária docente na educação profissional em saúde(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-02-25) Souza, Anna Katyanne Arruda Silva e; Andrade, Erika dos Reis Gusmão; https://orcid.org/0000-0002-5296-8481; http://lattes.cnpq.br/0778953049451033; http://lattes.cnpq.br/4923404138008752; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; Ferreira, Adir Luiz; http://lattes.cnpq.br/0341824719316863; Lira, André Augusto Diniz; Nóbrega, Danielle Oliveira da; Melo, Elda Silva do Nascimento; http://lattes.cnpq.br/1296070757502494; Guimarães, Jacileide; https://orcid.org/0000-0003-4664-5886; http://lattes.cnpq.br/8942333851163376O presente estudo se insere na linha de pesquisa Educação, Currículo e Práticas Pedagógicas, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A docência na Educação Profissional em Saúde está fortemente associada à profissionalização destes professores mediada pelos pilares do mundo do trabalho, da saúde, da ciência, da educação e da tecnologia que integram os diferentes níveis e modalidades de ensino nos quais estes docentes atuam. Trata-se de um estudo descritivoexploratório, com abordagem qualitativa, no qual utilizou-se como aporte teórico-metodológico a Teoria das Representações Sociais, com o objetivo de analisar como as representações sociais que atravessam o ser docente na Educação Profissional em Saúde impactam na constituição identitária dos professores que nela atuam. Por sua vez, o objeto de estudo consistiu nos impactos das representações sociais sobre o ser docente da Educação Profissional em Saúde na constituição identitária dos professores que nela atuam. Para recolha dos dados foram realizadas 11 entrevistas semiestruturadas e aplicados 25 questionários online, com o uso do google forms, junto aos professores da Educação Profissional em Saúde da Escola de Saúde, Unidade Acadêmica Especializada em Educação Profissional na área de saúde da UFRN, na cidade de Natal/RN. Os achados do estudo foram analisados através dos pressupostos da Teoria das Representações Sociais e também do percurso interpretativo das representações sociais. O trabalho de reflexão e análise foi pautado nos estágios de interpretação dos dados, que parte de microinterpretações na categorização inicial, em busca da interpretação conclusiva na articulação geral entre os aportes teóricos que subsidiam o estudo e o contexto no qual o grupo está inserido, considerando o tecido da representação social na identificação das relações que indicam o pensamento integrado pelos participantes e o sentido atribuído ao objeto. A descrição e discussão dos dados foram realizadas a partir do diálogo com a literatura sobre a temática e também expoentes do campo da educação, trabalho e saúde. Os resultados obtidos evidenciaram duas matrizes identitárias: uma relacionada ao discurso do cuidado e da humanização em saúde e outra relacionada ao discurso da profissionalização da educação, voltado às pedagogias críticas e de mudança social. Como principais elementos envolvidos na constituição identitária docente na EPS, destacam-se a subjetividade individual e social, o pensamento coletivo, as regularidades, as matrizes identitárias e tensionamentos inerentes ao processo de interseção entre o ser profissional da área de saúde e o ser professor, a atuação profissional em diferentes níveis e cursos e os processos inter e intraindividuais atrelados à história pessoal e do grupo, à bagagem cultural, acadêmica e profissional dos professores, à educação permanente em serviço e ao contexto sócio-histórico e político-cultural no qual está imbricada a docência. Defende-se, portanto, a tese que a constituição identitária do docente da EPS se configura em uma intersecção entre a identidade do profissional da área da saúde e a identidade docente, tendo como elo de referência o sentido atribuído ao “público” nessas, no contexto institucional, histórico e político.TCC Um corpo brincante na educação: ensinando e aprendendo a partir dos valores civilizatórios negros(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2025-07-10) Varela, Gabriely Nascimento; Coutinho, Karyne Dias; http://lattes.cnpq.br/9863162128342401; Coutinho, Karyne Dias; Costa, Ademarcia Lopes de Oliveira; Xavier, Marília FariasEste memorial analítico tem como objetivo geral refletir sobre as minhas experiências pedagógicas e artísticas enquanto formas de pôr em prática a Lei nº 10.639/2003 nos espaços educativos em que estou inserida. Como objetivos específicos destaco: Contextualizar a minha trajetória formativa e profissional construída enquanto mulher negra educadora, destacando os marcadores identitários que atravessam as minhas práticas docentes e artísticas; dialogar sobre os valores civilizatórios afro-brasileiros e sua relevância na construção de uma educação comprometida com as relações étnico-raciais, considerando sua inserção crítica nos espaços educativos; mostrar exemplos concretos de como diferentes linguagens artísticas podem ser utilizadas como impulsionadores para a efetivação da referida lei, tendo como base as minhas práticas pedagógicas como arte educadora. As experiências aqui relatadas foram vivenciadas, construídas e compartilhadas ao longo dos últimos dez anos, a partir da minha atuação em coletivos de pesquisa, na cultura popular e nas minhas atividades como artista e arte-educadora na cidade de Natal/RN. Neste trabalho, apresento os dispositivos pedagógicos que elaborei — e continuo elaborando —, ao longo do meu percurso formativo, profundamente atravessado pela arte, tendo destaque a oficina Okan Mimó. Considero esses dispositivos como potentes contribuições para pensarmos os contextos e as possibilidades da educação para as relações étnico-raciais. Tais práticas são construídas a partir dos saberes e legados culturais e filosóficos negros, compreendidos aqui como valores civilizatórios, que orientam minha atuação enquanto educadora comprometida com uma educação emancipatória, afrocentrada e transformadora.