Nego veio é um sofrer : uma etnografia da subalternidade e do subalterno numa irmandade do Rosário

dc.contributor.advisorCavignac, Julie Antoinettept_BR
dc.contributor.advisorIDpor
dc.contributor.advisorLatteshttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4768171A6por
dc.contributor.authorSilva, Bruno Goulart Machadopt_BR
dc.contributor.authorIDpor
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/6189970364530407por
dc.contributor.referees1Carvalho, José Jorge dept_BR
dc.contributor.referees1IDpor
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2089135273264758por
dc.contributor.referees2Pereira, Edmundo Marcelo Mendespt_BR
dc.contributor.referees2IDpor
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/6628113763709058por
dc.date.accessioned2014-12-17T13:54:49Z
dc.date.available2012-11-22pt_BR
dc.date.available2014-12-17T13:54:49Z
dc.date.issued2012-06-15pt_BR
dc.description.abstractThe object of this work is a fellowship of São Sebastião e Nossa Senhora do Rosário in the city of Jardim do Seridó (RN), that is, a black catholic fellowship on the sertão potiguar. The devotion to Nossa Senhora do Rosário, in colonial Brazil, organizes itself through black catholic men as fellowships. They blossomed in Brazil until the abolition, getting support from the Catholic church, from owners of slaves and from the population in general − unlike others afro-Brazilian religious expression. Today, these fellowships remain active, against the sentimental pessimism of the folklore studies, and they also have a highlight position in the calendar of many cities in Brazil, and in particular in Seridó. The research s foothold is the apparent valorization of the fellowship by the local elite, attitude that hides asymmetric relationships between the group of negros do Rosário and the local authorities, having as its consequence that the members occupy a subaltern position inside their own fellowship. This subalternity take place, mainly, in the public area, where the negros do Rosário cannot represent themselves neither political nor discursively. To discuss this idea, it s done a brief historical of these catholic institutions as well as a description of the relationship between the negros do Rosário and the elites of the city. Then, the phenomenon is analyzed as folklore and/or religion , under the perspective of many agents that participate in this process. In other moment, it is going to be presented how the group formulates their own representation of the history, of the devotional forms and of their own political-religious experiences. In this sense, an ethnography of the subalternity is understood as an analysis of the process that leads the negros do Rosário to become a subaltern group. It s also outlined the perception that the group has of its own position, through an ethnography essay of the subaltern subject. The research, focused in the group of Rosário, was done between August 2010 and January 2012 and includes other agents (like treasurers, priests and intellectuals). Besides that, as a methodological complement, there are documental research, photography, as well as shoots of the party days and public presentationeng
dc.description.resumoO objeto deste trabalho é a irmandade de São Sebastião e Nossa Senhora do Rosário da cidade de Jardim do Seridó (RN), irmandade negra no sertão potiguar. A devoção a Nossa Senhora do Rosário, no Brasil colônia, organizou-se institucionalmente através de irmandades católicas de homens pretos. Estas floresceram no Brasil até a abolição e receberam o apoio da Igreja, dos senhores e da população em geral, ao contrário de grande parte das expressões religiosas afro-brasileiras. Hoje, contrariando o pessimismo sentimental dos folcloristas, elas ainda continuam ativas e ocupam um lugar de destaque no calendário festivo de várias cidades no Brasil, e em particular no Seridó. O ponto de partida da pesquisa é a aparente valorização da irmandade por parte da elite local, postura que esconde relações assimétricas entre os negros do Rosário e as autoridades locais, tendo como consequência o fato de os integrantes da irmandade ocuparem uma posição subalterna dentro dela própria. A referida subalternidade se dá, principalmente, na esfera pública, pois os negros do Rosário não se representam politicamente e nem discursivamente. Para discutir essa ideia, faz-se um breve histórico dessas instituições católicas, bem como uma descrição das relações entre os negros do Rosário e as elites da cidade. Em seguida, o fenômeno é analisado enquanto folclore e/ou religião e sob a perspectiva dos vários agentes que intervêm no processo. Em outro momento, será apresentada a maneira como o grupo formula suas próprias representações da história, das formas devocionais e de suas vivências políticoreligiosas. Nesse sentido, é traçada uma etnografia da subalternidade pensada como a análise do processo que leva os negros do Rosário a se tornarem um grupo subalterno. É delineada, também, a percepção que este grupo tem da sua posição, a partir de um ensaio de etnografia do sujeito subalterno. A pesquisa de campo, centrada no grupo do Rosário, foi realizada entre agosto de 2010 e janeiro de 2012 e incluiu outros agentes (como tesoureiros, padres e intelectuais). Além disso, como complementação metodológica, foram utilizadas pesquisa documental, fotografias, bem como filmagens das festas e apresentações públicaspor
dc.description.sponsorshipCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.citationSILVA, Bruno Goulart Machado. Nego veio é um sofrer : uma etnografia da subalternidade e do subalterno numa irmandade do Rosário. 2012. 174 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.por
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/12272
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentAntropologia Socialpor
dc.publisher.initialsUFRNpor
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia Socialpor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectmemóriapor
dc.subjectirmandade do Rosáriopor
dc.subjectritualpor
dc.subjectmemoryeng
dc.subjectfellowship on the Rosárioeng
dc.subjectriteeng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::ANTROPOLOGIA::ANTROPOLOGIA DAS POPULACOES AFRO-BRASILEIRASpor
dc.titleNego veio é um sofrer : uma etnografia da subalternidade e do subalterno numa irmandade do Rosáriopor
dc.typemasterThesispor

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