"Se morrer, morreu!": compreendendo o sentido do existir para jovens em cumprimento de medida socioeducativa

dc.contributor.advisorAzevedo, Ana Karina Silvapt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/4953170483515023
dc.contributor.authorRocha, Sinthya de Cássia Oliveira da
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/5715185806110082
dc.contributor.referees1Paiva, Ilana Lemos de
dc.contributor.referees1IDhttps://orcid.org/0000-0002-3331-2890
dc.contributor.referees1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1588515627010993
dc.contributor.referees2Rebouças, Melina Séfora Souza
dc.contributor.referees2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4063229908259946
dc.contributor.referees3Melo, Symone Fernandes de
dc.contributor.referees3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8263777288489263
dc.date.accessioned2025-10-01T20:28:45Z
dc.date.available2025-10-01T20:28:45Z
dc.date.issued2025-08-22
dc.description.resumoEsta dissertação investiga o sentido da existência para jovens em cumprimento de Medida Socioeducativa (MSE) de internação na região metropolitana de Natal/RN, a partir de uma abordagem fenomenológica hermenêutica. Partindo da inquietação gerada pela expressão "se morrer, morreu", a pesquisa analisou as narrativas de três adolescentes, de 16 e 17 anos, para compreender como o sentido é tecido em um horizonte de violência e desamparo ético-político. Os resultados desvelam que as trajetórias no ato infracional estão diretamente ligadas a experiências de negação de direitos e traumas fundantes. A análise da narrativa de Telles revela o luto não elaborado como gatilho para a violência; a de Cais aponta para uma lúcida consciência da injustiça estrutural, que o leva a ressignificar a morte como um "descanso"; e a de Sina demonstra como a identidade "infratora" é paradoxalmente assumida como o único espaço de protagonismo e poder. Conclui-se que o sistema socioeducativo, ao operar por uma lógica punitiva que espelha o sistema prisional, falha em seu propósito e acaba por reforçar a identidade que visava transformar. Este trabalho evidencia, portanto, que a construção de novos sentidos de existência para esses jovens depende de práticas de cuidado que reconheçam suas histórias e, fundamentalmente, da transformação das condições de mundo que lhes são ofertadas, para que a vida possa se anunciar como projeto.
dc.identifier.citationROCHA, Sinthya de Cássia Oliveira da. "Se morrer, morreu!": compreendendo o sentido do existir para jovens em cumprimento de medida socioeducativa. Orientadora: Dra. Ana Karina Silva Azevedo. 2025. 120f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2025.
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/65698
dc.language.isopt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Norte
dc.publisher.countryBRpt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
dc.publisher.programPROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIApt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFenomenologia
dc.subjectMedida socioeducativa
dc.subjectAdolescência
dc.subjectViolência
dc.subject.cnpqCIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIA
dc.title"Se morrer, morreu!": compreendendo o sentido do existir para jovens em cumprimento de medida socioeducativa
dc.typemasterThesispt_BR

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