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Título: O amor em mal-estar : a insustentável leveza da domideologia
O amor em mal-estar : a insustentável leveza da domideologia
Autor(es): Francisco, Augusto César
Palavras-chave: Domideologia;Dominação;Discurso;Complexo amoroso;Domideology;Domination;Discourse;Love complex
Data do documento: 30-Dez-2010
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: FRANCISCO, Augusto César. O amor em mal-estar : a insustentável leveza da domideologia. 2010. 278 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Regional; Cultura e Representações) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2010.
Resumo: The discourse about love, in the Western modern world, is an effect of the power that constructs bodies that matter, paraphrasing Butler, which represents a performative reiterarion of the domination drive, forming and ego of love through the imposition of a cultural super-ego. The domination, a real process of social constraint, is concomitant to its ideological secret, which lead us to the expression domideology , inspired by Sousa Filho, to determine the unconscious domination of the ideological discourse, Through a critical analysis of the bases of Freudian discourse about love, we question, inspired by Foucault, the sexual nature of the drive, to put it in a place insecure of critics to the substance metaphysics expression used by Nietzsche. In our point of view, the domination drive is a critical tool for the individual to think about, as interpellated by the love domideology , making believe the only interpretation of the social interchange is love, nuclear element of our modern Western love complex
metadata.dc.description.resumo: O discurso sobre o amor, no ocidente moderno, é um efeito de poder que constrói corpos que amam, parafraseando Butler, os quais representam uma reiteração performativa de pulsões de dominação, formando um eu de amor pela imposição de um sobre-eu cultural. A dominação, um processo real de constrangimento social, é concomitante ao seu segredo ideológico, o que nos leva a formular a expressão domideologia, inspirada em Sousa Filho, para designar a dominação inconsciente do discurso ideológico. Através de uma análise crítica das bases do discurso freudiano sobre o amor, questionamos, inspirados em Foucault, a natureza sexual da pulsão, para colocá-la em lugar inseguro de crítica à metafísica da substância expressão utilizada por Nietzsche. A nosso ver, a pulsão de dominação é uma ferramenta crítica para se pensar o sujeito, interpelado que é pela domideologia de amor, instando-o a crer que a única interpretação de laço social é o amor, elemento nuclear do nosso complexo amoroso ocidental moderno
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13603
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