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Título: A poesia ibero-americana de José de Anchieta
Autor(es): Lima, Samuel Anderson de Oliveira
Palavras-chave: Poesia;Barroco;Antropofagia;José de Anchieta;Literatura;Poesía;Barroco;Antropofagia;José de Anchieta;Literatura
Data do documento: 26-Jun-2008
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: LIMA, Samuel Anderson de Oliveira. A poesia ibero-americana de José de Anchieta. 2008. 160 f. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada; Literatura Comparada) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008.
Resumo: El poeta José de Anchieta, a través de sus poesías, contribuyó para la formación de la literatura en suelo brasileño. Con eso, él proporcionó un encuentro entre los dos mundos lo Nuevo y lo Viejo, América y Europa representados en la unión entre los pares antagónicos que son constantes en la poética anchietana, como lo sagrado y lo profano, la muerte y la vida, lo simple y lo erudito. Su poética traduce, por lo tanto, las huellas de la antropofagia cultural, en que el indio y el blanco son uno sólo; el pagano y el cristiano, juntos, caminan para el centro de sus ideologías concebidas por la catequesis y por el popular. En esa amalgama entre las culturas, él construye un nuevo código cultural-lingüístico-literario, formando una nueva identidad para la tierra brasileña, abriendo las puertas para el barroco. Sus poemas están en cuatro lenguas: portugués, tupí, latín y español. Y de ese conjunto, nuestra disertación analiza el corpus en lengua española, que en el suelo americano deja de ser española y se vuelve ibero-americana. Como fuentes de estudio crítico-teórico, nos basamos, como ejemplos, en las obras de Haroldo de Campos, Severo Sarduy, Eugênio D Ors, Lezama Lima, Oswald de Andrade, Alfredo Bosi, Massaud Moisés. Así, esta disertación muestra, por el medio de la poesía iberoamericana de José de Anchieta el rasgo del inicio de nuestra literatura así como del barroco americano y, además, conjuga su poesía dentro del espacio de los Clásicos una vez que se comunica con estos desde el proceso de su producción. En esa intercomunicación, José de Anchieta promueve una apertura para la consciencia poética que hace parte de los grandes poetas de la Literatura Universal. Él une el Brasil, con sus matas vírgenes, con su primitivismo, al Mundo, con su censura desmedida ante la visión del Paraíso
metadata.dc.description.resumo: O poeta José de Anchieta, através de suas poesias, contribuiu para a formação da literatura em solo brasileiro. Com isso, ele proporcionou um encontro entre os dois mundos o Novo e o Velho, a América e a Europa representados na união entre os pares antagônicos que são constantes na poética anchietana, como o sagrado e o profano, a morte e a vida, o simples e o erudito. Sua poética traduz, portanto, as marcas da antropofagia cultural, em que o índio e o branco são um só; o pagão e o cristão, juntos, caminham para o centro de suas ideologias concebidas pela catequese e pelo popular. Nesse amálgama entre as culturas, ele cria um novo código cultural-lingüístico-literário, formando uma nova identidade para a terra brasileira, abrindo as portas para o barroco. Seus poemas estão em quatro línguas: português, tupi, latim e espanhol. E desse conjunto, nossa dissertação analisa o corpus em língua espanhola, que em solo americano deixa de ser espanhola e se torna ibero-americana. Como fontes de estudo crítico-teórico, nos baseamos, a título de exemplo, nas obras de Haroldo de Campos, Severo Sarduy, Eugênio D Ors, Lezama Lima, Oswald de Andrade, Alfredo Bosi, Massaud Moisés. Assim, esta dissertação mostra por meio da poesia ibero-americana de José de Anchieta a marca do início de nossa literatura bem como do barroco americano e, além disso, conjuga sua poesia dentro do espaço dos Clássicos uma vez que se comunica com estes desde o processo de sua produção. Nessa intercomunicação, José de Anchieta promove uma abertura para a consciência poética que faz parte dos grandes poetas da Literatura Universal. Ele une o Brasil, com suas matas virgens, com seu primitivismo, ao Mundo, com sua censura desmedida ante a visão do Paraíso
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/16137
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