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Título: A instrução paulista à época da Guerra do Paraguai (1864-1870)
Autor(es): Araújo, Diana da Silva
Palavras-chave: Guerra do Paraguai;Instrução;Patriotismo;São Paulo
Data do documento: 23-Fev-2015
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: ARAÚJO, Diana da Silva. A instrução paulista à época da Guerra do Paraguai (1864-1870). 2015. 180f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Centro de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: This study aimed to analyze the Paraguayan War's impact on public education in the province of São Paulo in the period that lasted the conflict (1864-1870). Between 1864 and 1870 the area now known as South America experienced its greatest armed conflict. Brazil, Argentina and Uruguay declared war against Paraguay. Brazilian governors began to conceive the Empire as superior to the Paraguayan nation, which for them, was a non-civilized country. They understood that to maintain civilization and follow the progress, they needed to develop their education. The Empire mobilized men of any part of its territory. Some left for the war voluntarily and others were forced. Along that current War, the recruitment had become increasingly difficult, leading entire families moving, teachers and students to leave the school and the city. The paulistas teachers have been turning to the patriotic past of the province in which he was proclaimed the independence of the Empire. Civilization and progress, present at the leaders speeches were reflected in the São Paulo social practices that culminate in the notion of patriotism, also reflected in the education of children and youth of the period.
metadata.dc.description.resumo: Este trabalho é uma análise dos impactos da Guerra do Paraguai na instrução pública da província paulista no período em que perdurou o conflito (1864-1870). Entre 1864 e 1870 a região hoje conhecida como América do Sul vivenciou seu maior conflito armado. Brasil, Argentina e Uruguai declararam Guerra contra o Paraguai. Os governantes brasileiros passaram a conceber o Império como superior à nação paraguaia, que para eles era um país não-civilizado. Entenderam que para manter a civilização e seguir o progresso, precisavam desenvolver sua instrução. O Império mobilizou homens de toda a parte de seu território. Alguns partiram para a Guerra voluntariamente e outros foram forçados. Com o desenvolver da Guerra o recrutamento tornou-se cada vez mais difícil, levando famílias inteiras a deslocarem-se, professores e alunos a abandonarem as escolas e a cidade. Os professores paulistas passaram a recorrer ao passado patriótico da província na qual havia sido proclamada a independência do Império. Civilização e progresso, presentes nas falas dos governantes foram refletidas nas práticas sociais paulistas que culminariam na noção de patriotismo refletida também na instrução das crianças e jovens do período. A pesquisa embasada nos conceitos da história cultural utilizou-se de fontes oficiais como relatórios de ministros, presidentes de província, de diretores de instrução e documentos extraoficiais como diários e periódicos.
URI: http://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/20039
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