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Título: Avaliação do ensino da obstretícia e da assistência ao parto sob a percepção dos graduandos em medicina e enfermagem na Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Autor(es): Mesquita, Josair Custódio de
Palavras-chave: Medicina;Enfermagem;Humanização;Assistência ao parto;Graduação
Data do documento: 6-Nov-2015
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MESQUITA, Josair Custódio de. Avaliação do ensino da obstretícia e da assistência ao parto sob a percepção dos graduandos em medicina e enfermagem na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 2015. 60f. Dissertação (Mestrado Profissional em Ensino na Saúde) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: OBJETIVE: To evaluate the perception of Medical and Nursing students of Medicine and Nursing graduation courses at the Federal University of Rio Grande do Norte (UFRN), on obstetrics teaching and labor assistance in the context of the maternal care provided by the Maternity Hospital Januário Cicco (MEJC) and contribute to curricular updating planning of teaching obstetrics, in accordance with the principles of humanization. METHODS: It was conducted a study of cross-cutting approach and qualitative and quantitative descriptive method, with students in medicine and nursing of UFRN, who were attending or had been attended the midwifery disciplines medicine; and women's health in nursing. The data were collected through a questionnaire with objective and subjective questions, and stored in a database, spreadsheet software Excel / Office 2010 with all the variables. RESULTS: We interviewed 169 students, 118 of medical school and 51 from the nursing program, of which 46.75% were male and 53.25% female. The largest number of medical respondents is the 11th period (40.67%), and nursing, on 10, (43.15%). These students witnessed 1,073 births, and (61.8%) vaginal deliveries. The obstetricians were the most performed vaginal deliveries (40%). Nurses performed only (8.13%). The assistance provided to women during the process of labor and delivery, was configured as suitable for 87.58% of respondents and these glimpsed humane conduct. Students who performed deliveries, 76.27% were medical and 11.76% were nursing. All had guidance while doing them. A total of 19.50% medical students reported that there is a prejudice against vaginal delivery, particularly for the humanized birth, unlike all nursing students (100%) who reported that there is this prejudice. Most students (73%) showed preference for vaginal delivery, especially nursing students. On the knowledge of myths in relation to vaginal delivery, 60.35% answered that they know some. CONCLUSION: This study presents itself as a highly relevant, since the results may contribute to curricular changing and updating related to obstetrics teaching, but also serve as a resource for analysis of humanization practices that should be developed in educational institutions and which are recommended by the Ministry of Health.
metadata.dc.description.resumo: OBJETIVO: Avaliar a percepção dos estudantes dos cursos de Medicina e Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), sobre a assistência ao trabalho de parto e ao parto normal, no contexto do atendimento oferecido pela Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), e contribuir para o planejamento de modificações curriculares no ensino da obstetrícia de acordo com os princípios da humanização. METODOLOGIA: Foi realizado um estudo de abordagem transversal e de caráter descritivo quali-quantitativo, com graduandos em Medicina e Enfermagem da UFRN, que estavam cursando ou já haviam cursado as disciplinas de obstetrícia, na medicina e saúde da mulher, na enfermagem. Os dados foram coletados através de um questionário com questões objetivas e subjetivas, e armazenados em um banco de dados, em planilha do software Excel/Office 2010 com todas as variáveis. RESULTADOS: Foram entrevistados 169 estudantes, 118 do curso de medicina e 51 do curso de enfermagem, dos quais 46,75% eram do sexo masculino e 53,25% do sexo feminino. O maior número de entrevistados de medicina estava no 11º período (40,67%), e de enfermagem, no 10º, (43,15%). Esses alunos presenciaram 1.073 partos, dos quais 61,8% via vaginal. Os médicos obstetras foram os que mais realizaram partos vaginais (40%). Os enfermeiros realizaram apenas (8,13%). A assistência prestada às mulheres, durante o processo do trabalho de parto e parto, configurou-se como adequada para 87,58% dos entrevistados e estes vislumbraram condutas humanizadas. Dos estudantes que realizaram partos, 76,27% eram de medicina e 11,76% eram de enfermagem. Todos receberam orientação durante essa atividade. Um total de 19,50% estudantes de medicina relatou existir preconceito contra o parto normal, principalmente quanto ao parto humanizado, ao contrário de todos os estudantes de enfermagem (100%) que relataram não existir este preconceito. A maioria das estudantes (73%) apresentava preferência pelo parto vaginal, sobretudo as estudantes de enfermagem. Sobre o conhecimento de mitos em relação ao parto normal, 60,35% responderam conhecer algum. CONCLUSÃO: O estudo se apresenta como de grande relevância, uma vez que os resultados encontrados podem contribuir para modificação e atualização curriculares do ensino da obstetrícia, como também servir como subsídio para a análise das práticas de humanização que devem ser desenvolvidas nas instituições de ensino e que são preconizadas pelo Ministério da Saúde.
URI: http://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/20663
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