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Título: Como rasurar a paisagem: corpo e subjetividade em Ana Cristina Cesar
Autor(es): Silva, Jucely Regis dos Anjos
Palavras-chave: Ana Cristina Cesar;Literatura;Corpo;Escrita;Subjetividade
Data do documento: 29-Jul-2016
Citação: SILVA, Jucely Regis dos Anjos. Como rasurar a paisagem: corpo e subjetividade em Ana Cristina Cesar. 2016. 133f. Dissertação (Mestrado em Estudos da Linguagem) - Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: No Brasil, década de 70, diferentes manifestações artísticas sugerem que o sentido da obra acontece na interação entre objeto e o corpo do artista e do espectador. Os poetas marginais propõem a escrita como experimentação, mais além da significância e da subjetivação. Isso significa pensar a escrita como acontecimento: aquilo que introduz na HHistória a diferença. Desse modo, propusemos acompanhar, na escrita de Ana Cristina Cesar, a construção de um rizoma entre vida e escrita. Abordamos os poemas de Poética (2013), especialmente do livro A teus pés (1998). Adotamos, para tanto, a perspectiva das linhas, pois estas se opõem ao sistema pontual da memória e da história. A sintaxe particular dessa escrita expressa uma escolha pelo movimento, pelo devir, não se fixando num sistema representativo. Contribuem para a análise: os conceitos de “rostidade”, “rizoma” e “devir” (DELEUZE; GUATTARI, 2012); a discussão crítica de Ana Cristina Cesar a respeito da incomunicabilidade da experiência e da exploração da figura do autor pela cultura oficial (CESAR, 1999); o pensamento sobre a relação literatura e vida (DELEUZE, 2011), sobre a imagem-movimento do cinema (DELEUZE, 1986), sobre o tempo e o acontecimento (DELEUZE apud PELBART, 2004); a noção de “instante do ato” (CLARK, 1980).
metadata.dc.description.resumo: No Brasil, década de 70, diferentes manifestações artísticas sugerem que o sentido da obra acontece na interação entre objeto e o corpo do artista e do espectador. Os poetas marginais propõem a escrita como experimentação, mais além da significância e da subjetivação. Isso significa pensar a escrita como acontecimento: aquilo que introduz na HHistória a diferença. Desse modo, propusemos acompanhar, na escrita de Ana Cristina Cesar, a construção de um rizoma entre vida e escrita. Abordamos os poemas de Poética (2013), especialmente do livro A teus pés (1998). Adotamos, para tanto, a perspectiva das linhas, pois estas se opõem ao sistema pontual da memória e da história. A sintaxe particular dessa escrita expressa uma escolha pelo movimento, pelo devir, não se fixando num sistema representativo. Contribuem para a análise: os conceitos de “rostidade”, “rizoma” e “devir” (DELEUZE; GUATTARI, 2012); a discussão crítica de Ana Cristina Cesar a respeito da incomunicabilidade da experiência e da exploração da figura do autor pela cultura oficial (CESAR, 1999); o pensamento sobre a relação literatura e vida (DELEUZE, 2011), sobre a imagem-movimento do cinema (DELEUZE, 1986), sobre o tempo e o acontecimento (DELEUZE apud PELBART, 2004); a noção de “instante do ato” (CLARK, 1980).
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22246
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