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Título: Narrativas de crianças sobre suas experiências com a violência no cotidiano escolar
Autor(es): Silva, Vanessa Cristina Oliveira da
Palavras-chave: Pesquisa (auto)biográfica com crianças;Narrativas;Violência;Escolas da infância
Data do documento: 29-Jul-2016
Citação: SILVA, Vanessa Cristina Oliveira da. Narrativas de crianças sobre suas experiências com a violência no cotidiano escolar. 2016. 142f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Centro de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: Este trabajo aporta los resultados de la investigación llevada a cabo con 14 niños de 8 a 11 años de edad, estudiantes de una escuela pública en la ciudad de Natal / RN, que en sus relatos nos hablan de sus experiencias con la violencia en la vida cotidiana de la escuela. Desde un punto de vista teórico, el estudio está en la perspectiva de la búsqueda biográfica (automático) con los niños, y se basa en la legitimidad palabra del niño de la asunción como sujeto de derechos. Como metodología de investigación usar las ruedas de conversación, en la que se pidió a los niños a contar un pequeño extranjero cómo es su vida de cada día en la escuela. En los resultados de búsqueda de los niños narran de forma espontánea que el problema de la violencia afecta negativamente a la vida cotidiana de las escuelas infantiles. A partir de sus relatos, se identificaron tres tipos de violencia: la violencia en la escuela, incluyendo peleas y agresiones entre los estudiantes dentro de la escuela; la violencia en la escuela, se subdivide en violencia interna como actos de vandalismo a la propiedad, la suciedad y el desorden perpetrado por niños de la escuela, y la violencia externa en la escuela, que implican socais problemas del barrio donde se encuentra la escuela, tales como conflictos entre bandas rivales, el tráfico de drogas, asesinatos y tiroteos constantes que de alguna manera interfieren con la rutina de la escuela; y, finalmente, la violencia escolar, practicada por la escuela contra los niños, y que se manifiesta en formas que son manejados por un adulto-percepción de la escuela, en contra de su forma de ser y de ver el mundo, que es considerado por ellos para actos injustos contra la imposibilidad de (re) actuar por temor al castigo, sino que dirigir la manera como los niños perciben a sí mismos y están construyendo representaciones de sí mismo como un estudiante, dentro de la institución, y como persona en la sociedad. Observamos que los actos de violencia se narran de manera naturalizada y trivializado por los niños. Esta convivencia, la aceptación y la reproducción de la violencia nos lleva a creer en la existencia de una cultura de la violencia en las escuelas infantiles. De ello se desprende, por tanto, que las narrativas de los niños acerca de la violencia en la vida escolar pueden ayudarnos a pensar contribuciones significativas en la búsqueda de la garantía de sus derechos a una educación para la paz.
metadata.dc.description.resumo: Esta dissertação traz os resultados da pesquisa realizada com 14 crianças de 8 a 11 anos de idade, alunos de uma escola pública da cidade de Natal/RN, que em suas narrativas nos contam suas experiências com a violência no cotidiano escolar. Do ponto de vista teórico, o estudo se situa na perspectiva da pesquisa (auto)biográfica com crianças, e se assenta no pressuposto da legitimidade da palavra da criança como sujeito de direitos. Como metodologia da pesquisa utilizamos as rodas de conversas, em que as crianças eram convidadas a contar para um pequeno Alienígena como é o seu cotidiano na escola. Nos resultados da pesquisa as crianças narraram, espontaneamente, que o problema da violência afeta negativamente o cotidiano das escolas da infância. A partir de suas narrativas, identificamos três tipos de violência: a violência na escola, que inclui brigas e agressões entre alunos dentro da escola; a violência à escola, subdividida em violência interna, como os atos de depredação ao patrimônio, bagunça e desordem protagonizados pelas crianças contra a escola, e a violência externa à escola, que envolve os problemas socais do bairro onde a escola está localizada, tais como conflitos entre gangues rivais, tráfico de drogas, homicídios e tiroteios constantes que de alguma forma interferem no cotidiano escolar; e, finalmente, a violência da escola, praticada pela escola contra a criança, e que se manifesta nos modos como são tratadas por uma percepção adultocêntrica da escola, contra seus modos de ser e de ver o mundo, o que é considerado por elas como atos injustos face à impossibilidade de (re)agirem por medo de punição, mas que direcionam o modo como as crianças se percebem e vão construindo representações de si como aluno, dentro da instituição, e como pessoa na vida social. Constatamos que os atos de violência são narrados de maneira naturalizada e banalizada pelas crianças. Essa convivência, aceitação e reprodução da violência nos leva a pensar na existência de uma cultura da violência nas escolas da infância. Conclui-se, portanto, que as narrativas das crianças sobre a violência no cotidiano escolar podem nos auxiliar a pensar significativas contribuições na busca da garantia de seus direitos de uma educação para a paz.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22589
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