Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://hdl.handle.net/123456789/23036
Título: Relação entre gênero e sintomas motores em indivíduos com doença de Parkinson: um estudo transversal
Autor(es): Regalado, Isabelly Cristina Rodrigues
Palavras-chave: Doença de Parkinson;Epidemiologia;Funcionalidade;Gênero
Data do documento: 12-Jan-2016
Citação: REGALADO, Isabelly Cristina Rodrigues. Relação entre gênero e sintomas motores em indivíduos com doença de Parkinson: um estudo transversal. 2016. 78f. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2016.
Resumo: Introdução: A Doença de Parkinson (DP) é uma patologia neurodegenerativa crônica, que acomete preferencialmente o gênero masculino, e atinge com maior frequência as pessoas idosas. Entre as características clínicas da doença estão o tremor, rigidez, bradicinesia e alteração postural, além de diminuição da mobilidade funcional, risco de quedas e distúrbios cognitivos. Existe a possibilidade de haver diferenças na apresentação desses sintomas entre homens e mulheres, devido à presença do hormônio estrogênio o qual é um hormônio neuroprotetor, presente somente no gênero feminino. Objetivo: Analisar a influência do gênero sobre os sintomas motores em sujeitos com DP na cidade de Natal-RN. Metodologia A pesquisa consistiu de um desenho epidemiológico observacional, do tipo analítico, de caráter transversal. Os sujeitos foram recrutados em centros de saúde, ambulatórios, clínicas das instituições envolvidas e na comunidade em geral da cidade de Natal- RN. Foi analisado o perfil neurológico e o socioeconômico dos sujeitos por meio de questionário sociodemográfico; o estágio de incapacidade dos sujeitos foi analisado através da Escala de Estadiamento de Hoenh e Yahr (HY); a análise clínico-funcional foi avaliada pelo Unified Parkinson´s Disease Rate Scale (UPDRS); os distúrbios, relacionados ao equilíbrio e à marcha, foram avaliados através do instrumento Balance Evaluation Systems Test (Mini BESTest ); mobilidade funcional e risco de quedas foram analisados através do Timed “up and go” (TUG) e teste de sentar e levantar 5 vezes (ST-DP5X). O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFRN. Resultados: Encontrou-se uma população predominantemente masculina, com baixa escolaridade, e maior percentual de casados. Todos os sujeitos avaliados, em ambos os grupos, apresentaram homogeneidade na escala de HY, sendo observada incapacidade de leve à moderada da DP. Na análise bivariada entre os gêneros houve diferença somente para o equilíbrio. No teste de regressão, porém, não houve diferença entre os gêneros considerando os sintomas motores. As variáveis associadas aos sintomas motores foram a idade, o estágio da doença, cognição e atividade física. Conclusão: Os achados sugerem que o gênero não influencia os sintomas motores, pois ambos os grupos apresentaram sintomatologia motora semelhante nesse estudo. No entanto, os resultados mostraram que a idade, o estágio da doença, a cognição e atividade física são capazes de modificar a apresentação da doença.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/23036
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