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Title: Para (re)colocar um problema: a militância em questão
Other Titles: (Re)Framing a Problem: Militancy in Question
Authors: Sales, André Luis Leite de Figueirêdo
Fontes, Flávio Fernandes
Yasui, Silvio
Keywords: ativismo;militância;subjetividade;movimentos sociais
Issue Date: 2018
Citation: SALES, André Luis Leite de Figueirêdo; FONTES, Flávio Fernandes; YASUI, Silvio. Para (re)colocar um problema: a militância em questão. Temas psicol., Ribeirão Preto , v. 26, n. 2, p. 565-577, jun. 2018 . Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2018000200002 . Acesso em 19 jul. 2019. http://dx.doi.org/10.9788/TP2018.2-02Pt.
Portuguese Abstract: Mesmo usado com frequência em literatura científica e no cotidiano de partidos e movimentos sociais, são escassas as definições do termo militância. Nosso objetivo é reconduzir a ideia de militância à condição de problema. Através de uma revisão de literatura nacional, mostramos que o vocábulo é empregado ora como adjetivo, ora como substantivo. Propomos definir militância como metodologia para produzir ações coletivas a fim de intervir, ou interferir, nas normas sociais vigentes. Essa metodologia privilegia como estruturas organizativas os partidos, os diretórios, as centrais sindicais e afins. O modo de funcionamento destas é marcado pela disciplina e visa produzir docilidade, comprometimento e obediência. Apresentamos em seguida como os Novos Movimentos Sociais (NMS) produziram alternativas táticas e organizativas à militância. Prezando por relações horizontalizadas; operando em redes descentralizadas e autônomas; reconhecendo a pluralidade dos interesses de seus atores, os NMS têm ocupado ruas e reinventado os repertórios de ação e de protesto. O termo “ativismo” é sugerido para designar essa outra metodologia. Ao diferenciar ativismo e militância objetivamos recolocar os problemas ligados ao campo da participação social, da contestação e dos protestos.
Abstract: Even though “militancy” is frequently used in scientific literature and in the daily life of parties and social movements, there are few definitions of the term. Our goal is to convert the idea of militancy into a research problem. A Brazilian scientific literature review shows that the term is used either as an adjective, either as a noun. We conceptualize militancy as a methodology to produce collective action aiming to intervene, or to interfere, in current social norms. This methodology focuses on organizations such as parties and unions, characterized by strict discipline that aims to produce docility, commitment, and obeisance. Then, we show how New Social Movements (NSM) have created unconventional tactics and organizations, offering an alternative to the militant methodology. Organizing teams using horizontal arrangements, operating with decentralized and autonomous networks, recognizing the diversity of its participants, NSM are occupying the streets and reinventing the repertoires of collective action and protest. We suggest the use of the word “activism” to describe this methodology. By distinguishing militancy from activism we wish to re(frame) some problems in the Brazilian scene of political engagement and protest.
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/27343
Appears in Collections:FACISA - Artigos publicados em periódicos

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