CCS - TCC - Fonoaudiologia
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Navegando CCS - TCC - Fonoaudiologia por Autor "0000-0001-6978-4083"
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TCC Avaliação dos aspectos miofuncionais orofaciais na triagem de pacientes candidatos à cirurgia bariátrica(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-12-08) Melo, Ruth de Freitas; Cavalcanti, Renata Veiga Andersen; Godoy, Cynthia Meira de Almeida; 0000-0002-3127-4544; http://lattes.cnpq.br/8601056832244722; 0000-0002-3953-4881; http://lattes.cnpq.br/4879061712475920; 0009-0001-6455-3734; https://lattes.cnpq.br/4376055531886164; Magalhães Junior, Hipólito Virgílio; 0000-0002-8469-9570; http://lattes.cnpq.br/6690138144458483; Taveira, Karinna Veríssimo Meira; 0000-0001-6978-4083; http://lattes.cnpq.br/0851971851975853Objetivo: Verificar as características miofuncionais do sistema estomatognático de pacientes candidatos à cirurgia bariátrica. Método: Estudo analítico transversal e retrospectivo, constituído por 120 pacientes candidatos à cirurgia bariátrica, desenvolvido no Serviço de Obesidade e Doenças Relacionadas - SCODE do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Para análise das variáveis, foi aplicada estatística descritiva, através da frequência absoluta e percentual, do cálculo de medidas de tendência central (média) e medidas de variabilidade (desvio padrão). Resultados: Amostra predominantemente do sexo feminino, com Gastrectomia Vertical sendo procedimento cirúrgico mais prescrito. As médias de idade, IMC e elementos dentários são de 43 anos, 131,84 kg/m2 e 23 dentes. A maioria da amostra relata ter boa saúde bucal, ter boa capacidade mastigatória, sem queixas de refluxo e sinais de intolerância alimentar. No entanto, a maioria se queixa de ronco e apresenta relevante ausência de elementos dentários, com presença parcial de molares e pré-molares. Na avaliação da mastigação, observa-se que a maior parte apresenta velocidade inadequada, com formação de bolo alimentar heterogêneo, alguns apresentando pedaços quase inteiros, e presença de resíduo alimentar. Conclusão: Constatou-se predominância de participantes do sexo feminino, sem alterações miofuncionais significativas em relação à mobilidade e ao tônus muscular, porém com ausência de elementos dentários, resultando no comprometimento da função mastigatória. Além disso, os participantes relataram queixas de ronco.TCC Prevalência e fatores de risco da apneia obstrutiva do sono na população geral: uma meta-análise e metarregressão(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022-07-15) Dantas, Anna Beatriz de Araujo; Taveira, Karinna Veríssimo Meira; 0000-0001-6978-4083; http://lattes.cnpq.br/0851971851975853; 0000-0002-7612-7177; http://lattes.cnpq.br/6207137849091784; Corrêa, Camila de Castro; 0000-0001-5460-3120; http://lattes.cnpq.br/3159770467484373; Cavalcanti, Renata Veiga Andersen; 0000-0002-3953-4881; http://lattes.cnpq.br/4879061712475920Objetivo: Determinar a prevalência de apneia obstrutiva do sono (AOS) na população geral e seus fatores de risco. Métodos: A busca eletrônica foi realizada utilizando seis bases de dados eletrônicas (Embase, LILACS, LIVIVO, PubMed/MEDLINE, Scopus e Web of Science), além de uma pesquisa na literatura cinzenta. Análise qualitativa e quantitativa foi realizada para estudos que atenderam aos critérios de inclusão. Uma meta-análise de proporções com um modelo de efeito aleatório foi realizado, e a heterogeneidade foi explorada de acordo com a variável moderadora por meio de análise de subgrupo e metarregressão. A qualidade metodológica dos estudos incluídos foi avaliada através da ferramenta Joanna Briggs Institute Critical Appraisal e a certeza da evidência foi avaliada através da ferramenta GRADE. Resultados: Noventa e nove artigos foram incluídos para síntese qualitativa e 98 artigos foram incluídos para meta-análise. A estimativa da prevalência combinada foi de 54% [IC 95% = 46% – 62%; I2 = 100%]. As variáveis, idade média, % de casos moderados-graves e o índice de massa corporal (IMC) da amostra não apresentaram influência sobre a heterogeneidade existente, quando metarregredidos (p > 0.05). O risco de viés foi considerado baixo para noventa e um estudos, e oito foram classificados com risco moderado de viés. Para a prevalência da AOS, a certeza da evidência foi considerada muito baixa. Conclusão: Cerca de uma a cada duas pessoas apresenta AOS na população geral. Apesar da literatura citar o lMC elevado, a idade aumentada e o gênero masculino como sendo fatores de risco, essas covariáveis não influenciaram na heterogeneidade existenteTCC Relação entre avaliação clínica e autopercepção de alterações mastigatórias em idosos(Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023-12-08) Pereira, Lara Liane de Queiroz; Cavalcanti, Renata Veiga Andersen; https://orcid.org/0000-0002-3953-4881; http://lattes.cnpq.br/4879061712475920; 0009-0005-7955-2127; http://lattes.cnpq.br/1793569472695126; Taveira, Karinna Veríssimo Meira; 0000-0001-6978-4083; http://lattes.cnpq.br/0851971851975853; Godoy, Cynthia Meira de Almeida; https://orcid.org/0000-0002-3127-4544; http://lattes.cnpq.br/8601056832244722Objetivo: Este trabalho teve como finalidade verificar a relação entre a autopercepção do idoso e o diagnóstico da mastigação. Método: Trata-se de um estudo transversal. A coleta de dados foi realizada por meio do protocolo de coleta do projeto de origem, instrumento de Rastreamento de Alterações Mastigatórias em Idosos-(RAMI) e da avaliação clínica da mastigação com registro da situação dentária. Foi realizada uma análise estatística descritiva e analítica. Resultados: A amostra foi constituída por 79 idosos, com média de idade de 68,8 (± 5,98). Não houve associação significativa entre diagnóstico da mastigação e questões do instrumento RAMI. Foi verificado que 76 (96,2%) apresentam alteração mastigatória, destes 41 (97,6%) não têm dificuldade para cortar o alimento, 47 (95,9%) não têm dificuldade para triturar o alimento, 62 (95,4%) mastiga mais de um lado do que do outro, 55 (96,5%) incomodo ausente, 43 (93,5%) velocidade reduzida, 38 (97,4%) está mastigando menos o alimento para engolir, 61 (96,8%) não fazem esforço, 50 (94,3%) prefere comer alimentos mais macios, 42 (95,5%) não percebem piora na mastigação. Verificou-se correlação significativa negativa de grau fraco entre a variável idade, elementos dentários da arcada superior e inferior e elementos dentários presentes na arcada inferior e total de elementos dentários. Conclusão: Verificou-se que não há relação entre as questões do RAMI e a avaliação clínica da mastigação, pois as questões autorreferidas no instrumento não foram sensíveis para a identificação de alterações mastigatórias.