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Título: Favela não é o lugar, são as pessoas . Desconstruindo a relação entre lugar e violência no Sarney e no Japão, Natal/RN
Autor(es): Barbosa Junior, José Duarte
Palavras-chave: Violência. Cidade. Favela. Antropologia visual e urbana;Violence. City. Slum. Visual and urban anthropology
Data do documento: 3-Set-2013
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: BARBOSA JUNIOR, José Duarte. Favela não é o lugar, são as pessoas . Desconstruindo a relação entre lugar e violência no Sarney e no Japão, Natal/RN. 2013. 138 f. Dissertação (Mestrado em Antropologia Social) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Resumo: The city is the privileged place construction of social and political life, and the gathering of social groups. Meeting place, the diversity and possibilities. But the urban universe which cities belong is not a homogeneous whole. There are spaces demarcated and valued ideologically creating antithetical images about places that are now recognized as violent or dangerous. Peripheral urban situations of unprivileged add to theprejudices to the origin of place within the neighborlyallotments José Sarney and Novo Horizonte (Japan Slum) / Natal-RN, which are reproduced in narratives of everyday life. Spatial divisions are exploited, mixed and repeated to maintain social distances through rites of separations and dichotomies such as neighborhood/joint housing, allotment/slum and the people of the high place/the people of the down place. Social categories such as buraco(hole) and cabras (goats) are evoked to interpret the world of violence and places regarded as dangerous. The prominence of hypermasculinity and perception of children and adolescents living on the outer elements are brought up to the interpretation of images evoked in interviews with residents and their neighbors
metadata.dc.description.resumo: A cidade é o lócus privilegiado de construção da vida social e política, e do ajuntamento dos grupos sociais. Lugar do encontro, da diversidade e das possibilidades. Mas o universo urbano do qual as cidades fazem parte não é um todo homogêneo. Nela os espaços são demarcados e valorados ideologicamente criando imagens antitéticas a respeito de lugares que passam a ser reconhecidos como violentos ou perigosos. Situações periféricas de desprivilegio urbano somam-se ao preconceito com relação à origem de lugar no âmbito vicinal dos loteamentos José Sarney e Novo Horizonte (Favela do Japão)/Natal-RN, que são reproduzidos em narrativas da vida cotidiana. Divisões espaciais são aproveitadas, imiscuídas e reiteradas para manter distâncias sociais através de ritos de separações e dicotomias como: bairro/conjunto, loteamento/favela e os de cima/os de baixo. Categorias sociais como buraco e os cabras são evocadas para interpretar o mundo da violência e dos lugares tidos como perigosos. A proeminência da hipermasculinidade e a percepção de crianças e adolescentes sobre a vida vicinal são elementos trazidos à tona para interpretação de imagens evocadas nas entrevistas com moradores e seus vizinhos
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/12285
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