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Título: Atividades antinociceptiva e anti-inflamatória de uma fração rica em heterogalactana sulfatada extraída da alga Codium isthmocladum (Vickers 1905)
Autor(es): Cordeiro, Sara Lima
Palavras-chave: Alga verde. Polissacarídeos sulfatados. Analgesia. Inflamação;Green seaweed. Sulfated polysaccharides. Analgesia. Inflammation
Data do documento: 11-Mar-2013
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: CORDEIRO, Sara Lima. Atividades antinociceptiva e anti-inflamatória de uma fração rica em heterogalactana sulfatada extraída da alga Codium isthmocladum (Vickers 1905). 2013. 87 f. Dissertação (Mestrado em Bioquímica; Biologia Molecular) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.
Resumo: Sulfated polysaccharides comprise a complex group of macromolecules with a range of several biological activities, including antiviral activity, anticoagulant, antiproliferative, antiherpética, antitumor, anti-inflammatory and antioxidant. These anionic polymers are widely distributed in tissues of vertebrates, invertebrates and algae. Seaweeds are the most abundant sources of sulfated polysaccharides in nature. The green algal sulfated polysaccharides are homo or heteropolysaccharides comprised of galactose, glucose, arabinose and/or glucuronic acid. They are described as anticoagulant, anti-inflammatory, antiviral, anti-angiogenic, antitumor compounds. However, there are few studies about elucidation and evaluation of biological/pharmacological effects of sulfated polysaccharides obtained from green algae, for example, there is only one paper reporting the antinociceptive activity of sulfated polysaccharides of these algae. Therefore this study aimed to obtain sulfated polysaccharides of green seaweed Codium isthmocladum and evaluates them as potential antinociceptive agents. Thus, in this study, the total extract of polysaccharides of green alga C. isthmocladum was obtained by proteolytic digestion, followed by fractionation resulting in five fractions (F0.3, F0.5, F0.7, F0.9 and F1.2) by sequential precipitation with acetone. Using the test of abdominal contractions we observed that the fraction F0.9 was the most potent antinociceptive aompound. F0.9 consists mainly of a sulfated heterogalactana. More specific tests showed that Fo.9 effect is dose and time dependent, reaching a maximum at 90 after administration (10 mg / kg of animal). F0.9 is associated with TRPV1 and TRPA1 receptors and inhibits painful sensation in animals. Furthermore, F0.9 inhibits the migration of lymphocytes induced peritonitis test. On the other hand, stimulates the release of NO and TNF-α. These results suggest that F0.9 has the potential to be used as a source of sulfated galactan antinociceptive and anti-inflammatory
metadata.dc.description.resumo: Os polissacarídeos sulfatados compõem um grupo complexo de macromoléculas com uma gama de importantes atividades biológicas, incluindo atividade antiviral, anticoagulante, antiproliferativa, antiherpética, antitumoral, antiinflamatória e antioxidante. Esses polímeros aniônicos são amplamente distribuídos em tecidos de vertebrados, invertebrados e algas. As algas marinhas são as fontes mais abundantes de polissacarídeos sulfatados na natureza. Os polissacarídeos sulfatados de algas verdes são homo ou heteropolissacarídeos compostos por galactose, glicose, arabinose e/ou ácido glucurônico. Para estes polímeros são descritas atividades como anticoagulante, anti-inflamatória, antiviral, antiangiogênica, antitumoral. Porém, ainda há poucos estudos de elucidação e avaliação de atividades biológicas/farmacológicas de polissacarídeos sulfatados obtidos de algas verdes, por exemplo, há somente um trabalho relatando a atividade antinociceptiva de polissacarídeos sulfatados destas algas. Portanto este trabalho teve como objetivo obter polissacarídeos sulfatados da alga verde Codium isthmocladum e avalia-los como possíveis agentes antinociceptivos. Assim, no presente estudo, o extrato total de polissacarídeos da alga verde C. isthmocladum foi obtido através de digestão proteolítica, seguida de fracionamento resultando em cinco frações (F0.3; F0.5; F0.7; F0.9 e F1.2) por precipitação sequencial com acetona. Com o teste de contrações abdominais observou-se que a fração F0.9 foi o mais potente antinociceptivo. F0.9 é composta principalmente por uma heterogalactana sulfatada. Ensaios mais específicos mostraram que o seu efeito é dose e tempo dependente, chegando ao máximo com 90 após a administração (10 mg/kg de animal). F0.9 se associa a receptores TRPV1 e TRPA1 e inibe sensação dolorosa em animais. Além disso, F0.9 inibe a migração de linfócitos em ensaios de peritonite induzida. Por outro lado estimula a liberação de NO e TNF-. Esses resultados sugerem que F0.9 tem potencial para ser usada como fonte de galactana sulfatada antinociceptiva e anti-inflamatória
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/12619
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