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Título: Avaliação eletromiográfica dos músculos do assoalho pélvico na síndrome dos ovários policísticos
Autor(es): Micussi, Maria Thereza Albuquerque Barbosa Cabral
Palavras-chave: Eletromiografia. Músculos. Assoalho pélvico. Síndrome do ovário policístico
Data do documento: 22-Out-2012
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MICUSSI, Maria Thereza Albuquerque Barbosa Cabral. Avaliação eletromiográfica dos músculos do assoalho pélvico na síndrome dos ovários policísticos. 2012. 87 f. Tese (Doutorado em Ciências da Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2012.
metadata.dc.description.resumo: Na musculatura esquelética podem ser encontrados receptores de andrógenos e estrógenos e acredita-se que a variação dos níveis sanguíneos desses hormônios influencie a capacidade de gerar força e resistência em grupos musculares, como na musculatura do assoalho pélvico (MAP). Dentre as técnicas para avaliação da MAP destaca-se a eletromiografia de superfície (EMGs) que consiste em uma técnica de captação da atividade elétrica muscular, promovida pelo recrutamento das unidades motoras. O objetivo do presente estudo foi avaliar a atividade elétrica da MAP em portadoras da síndrome dos ovários policísticos (SOP) através da EMGs. O estudo realizado foi do tipo descritivo de corte transversal. Foram recrutadas 42 pacientes com diagnóstico de SOP (grupo SOP) e 13 mulheres ovulatórias normais no menacme (grupo controle). O grupo SOP foi subdividido de acordo com o índice de massa corporal: normal, sobrepeso e obesidade e o grupo controle foi subdividido respeitando as fases do ciclo menstrual: fase folicular (7º dia), fase ovulatória (14º dia) e fase lútea (21º dia). Todas as participantes foram avaliadas clinica e laboratorialmente, submetendo-se também às dosagens hormonais e, principalmente à avaliação eletromiográfica do tônus e da contração voluntária máxima (CVM) da MAP. A análise estatística foi feita através de análise descritiva, do teste Exato de Fisher, Mann-Whitney, Kruskall-Wallis, o pós-teste de Dunn e a correlação de Spearman. A confiabilidade dos resultados foi testada pelo índice de Kappa. Os resultados analisados mostraram que houve diferença estatística do tônus muscular do grupo de SOP obesas e controle (p <0,0001), SOP com sobrepeso e controle (p <0,001) e, SOP com peso normal e controle (p <0,05). Também houve diferença significativa na CVM entre as mulheres obesas e sobrepesos com SOP e controle (p <0,0001 e p <0,001, respectivamente). Em relação a presença da resistência à insulina (RI), houve diferença estatística do tônus muscular e CVM das pacientes obesas com e sem RI, diagnosticada pela relação glicemia/insulinemia (p=0,005; p=0,0007), HOMA-IR (p=0,04; p=0,0007) e QUICKI (p=0,04; p=0,0007). Diante dos dados encontrados, foi possível concluir que as mulheres com SOP apresentam valores eletromiográficos superiores a mulheres no menacme. Além disso, a atividade elétrica é menor naquelas pacientes com SOP e diagnóstico de RI. Os métodos e resultados deste trabalho e de outros desenvolvidos ao longo do curso do doutorado foram provenientes do aprendizado em uma pós-graduação muldisciplinar que permitiu a religação dos saberes
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/13269
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