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Título: Atuação da escola frente à violência: estudo comparativo entre duas instituiçoes de ensino
Autor(es): Rocha, Karolina de Moura Manso da
Palavras-chave: Enfermagem;Violência;Saúde escolar;Maus-tratos infantis;Nursing;Violence;School health;Child abuse
Data do documento: 8-Dez-2011
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: ROCHA, Karolina de Moura Manso da. Atuação da escola frente à violência: estudo comparativo entre duas instituiçoes de ensino. 2011. 177 f. Dissertação (Mestrado em Assistência à Saúde) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.
Resumo: It is a descriptive, exploratory study, quantitative comparative approach, whose general objective was to analyze the violence at school in a comparative way in the context of two schools in Natal / RN. The specifics were to identify the types of manifestations of violence in the contexts of public and private schools, to identify the position of the leadership, teachers and school staff during and after the occurrence of manifestations of violence in the school environment, to identify measures to prevent violence within of schools. The results show that 68 of the 121 participants (56.20%) were female and 53 (43.80%) were male, 38 (31.40%) were between 40 and 49, 85 (70.2%) lived in the south of Natal (RN), 46 (38.02%) specialization, 68 (56.20%) were Catholic, 63 (52.07%) married, 41 (33.88%) received between 03 and 05 and 68 minimum wages (56.20%) were teachers, 51 (42.15%) 02 employees (01,65%) and directors, 46 (38.02%) providers had between 05 and 14 years and 11 months experience in teaching 70 (57.85%) less than five years in the job, 68 (56.20%) worked between 20 hours and 40 hours per week, 81 (16.30%) worked in the 9th grade of elementary school II. As for the sizing of violence, 111 (91.74%) respondents witnessed episodes of this event who work in the institution, 100 (82.64%) witnessed verbal violence, 87 (71.90%) called for parents when some event happenedviolent that it caused injury to students, 66 (54.55%) believed that family violence is the main reason for young people practiced bullying, 44 (38.98%) reported daily episodes of bullying, 64 (52.89% ) the event happens in the courtyard. Of the 37 victims of violence at school, 22 (59.45%) suffered verbal abuse, 18 (48.65%) experienced violence once a week, 36 (97.30%) were attacked by students, 104 (85.95 %) are able to differentiate the bad acts of bullying behavior, 28 (23.14%) separated the involved coordination and communicated verbally, 23 (19.00%) stated that the coordination of schools talked with parents about the aggressive behavior of the student. Regarding the actions taken to minimize bullying, 69 (57.02%) participated in any professional education process, 47 (38.84%) was the educational process at another institution, 49 (71.01%) took courses lasting 12 to 24 hours, 59 (48.76%) stated that interaction with parents and family was the most stimulated by the school to try to minimize and prevent the event and 116 (95.87%) participated in meetings at the institutions surveyed , 58 (50.00%) responded that the meetings took place every two months and 121 (100.00%) reported having no refresher course on school violence in the schools surveyed. We conclude that violence in schools has been expressed in any social class and that professionals are poorly prepared to deal with the situation. So we hope that education professionals through the reading of our study may realize that school violence takes place in any institution affecting the lives of all who make up the educational universe. It is extremely important that these professionals always seek to empower through knowledge so that they can develop strategies to prevent and minimize the bullying to change the reality of the workplace
metadata.dc.description.resumo: Trata-se de um estudo descritivo, exploratório, comparativo com abordagem quantitativa, cujo objetivo geral foi analisar a violência na escola de forma comparativa no contexto de duas instituições de ensino em Natal/RN. Os específicos foram identificar os tipos de manifestações da violência nos contextos da escola pública e particular; identificar a postura da direção, professores e funcionários da escola durante e após a ocorrência de manifestações de violência no ambiente escolar; identificar medidas de prevenção da violência no âmbito das escolas. Os resultados mostram que dos 121 participantes 68 (56,20%) eram do sexo feminino e 53 (43,80%) masculino, 38 (31,40%) tinham entre 40 e 49 anos, 85 (70,2%) residiam na Zona Sul da cidade de Natal (RN), 46 (38,02%) especialização, 68 (56,20%) eram católicos, 63 (52,07%) casados; 41 (33,88%) recebiam entre 03 e 05 salários mínimos e 68 (56,20%) eram professores; 51 (42,15%) funcionários e 02 (01,65%) diretores; 46 (38,02%) profissionais possuíam entre 05 e 14 anos e 11 meses de experiência no ensino 70 (57,85%) menos de cinco anos de serviço na instituição; 68 (56,20%) trabalhavam entre 20 horas e 40 horas por semana, 81 (16,30%) atuavam no 9º ano do ensino fundamental II. Quanto ao dimensionamento da violência, 111 (91,74%) entrevistados presenciaram episódios deste evento na instituição que trabalham; 100 (82,64%) presenciaram a violência verbal; 87 (71,90%) ligaram para os pais quando acontecia algum evento violento que causava lesão aos alunos, 66 (54,55%) acreditaram que a violência familiar é o principal motivo para os jovens praticaram o bullying, 44 (38,98%) observaram os episódios de bullying diariamente; 64 (52,89%) o evento acontecer no pátio. Das 37 vitimas de violência na escola, 22 (59,45%) sofreram agressão verbal; 18 (48,65%) sofreram violência uma vez por semana, 36 (97,30%) foram agredidos por alunos, 104 (85,95%) conseguem diferenciar os atos mal comportamento do bullying; 28 (23,14%) separaram os envolvidos e comunicaram verbalmente a coordenação; 23 (19,00%) afirmaram que as coordenações das escolas conversaram com os pais a respeito da conduta agressiva do aluno. No tocante as ações realizadas para minimizar o bullying, 69 (57,02%) profissionais participaram de algum processo educativo, 47 (38,84%) o processo educativo foi em outra instituição, 49 (71,01%) fizeram cursos com duração de 12 a 24 horas; 59 (48,76%) afirmam que a interação com os pais e familiares foi a ação mais estimulada pela escola para tentar minimizar e prevenir o evento; 116 (95,87%) participaram de reuniões nas instituições pesquisadas; 58 (50,00%) responderam que as reuniões aconteciam bimestralmente e 121 (100,00%) afirmaram não ter nenhum curso de atualização sobre violência na escola nas escolas pesquisadas. Concluímos que a violência na escola vem se expressando em qualquer classe social e que os profissionais estão pouco preparados para lidarem com a situação. Assim esperamos que os profissionais da educação, através da leitura do nosso estudo, possam perceber que a violência na escola acontece em qualquer instituição prejudicando a vida de todos que compõem o universo educacional. É de extrema relevância que estes profissionais procurem se capacitar sempre para que através do conhecimento possam criar estratégias de prevenção e minimização do bullying que mudem a realidade do seu ambiente de trabalho
URI: http://repositorio.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/14728
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