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Título: Capacidade para o trabalho de enfermeiros na atenção primária à saúde
Autor(es): Freire, Xênia Alves
Palavras-chave: Avaliação da capacidade de trabalho;Enfermeiros;Estratégia saúde da família
Data do documento: 18-Dez-2015
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: FREIRE, Xênia Alves. Capacidade para o trabalho de enfermeiros na atenção primária à saúde. 2015. 100f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: The ability to work is the beginning of labor welfare, it can be understood as a physical and mental capacity, exhibited by the professional for the enforcement of his activities at work. With the goal to analyze the proficiency to work into a population of nurses from Health Primary care, a transversal study with 190 nurses from the State of Rio Grande do Norte in Northeast of Brazil was fulfilled. The analysis of the variables was performed through the descriptive statistic by mean, deviation - standard, median, minimum and maximum amounts of the scores of quantitative variables. The nurses show a low capacity with a score of (1,58%), moderate (32,11%), good (44,21%), great (22,10%). With an average under 43 points, was what 75% of the nurses presented to the ability to work. According to the Finnish Institute of Occupational Health - FIOH, for the workers who had presented those scores, must be implemented measures whose objective is restore work capacity where is found low, improve moderate work capacity, support the ability for the good work and maintain the ability to work great. Therefore, it is recommended that ICT be applied to other health care levels with a view to achieving a real diagnosis of the situation of all workers in the health sector, enabling the implementation of these measures quite necessary to recover and promote the health of nurses.
metadata.dc.description.resumo: A capacidade para o trabalho é o princípio do bem-estar laboral, podendo ser entendido como a capacidade física e mental, apresentada pelo profissional para execução de suas atividades no trabalho. Na perspectiva da saúde do trabalhador, a capacidade para o trabalho decorre da inter-relação do ambiente laboral e do estilo de vida, sendo influenciada por diversos fatores, incluindo as características sócio-demográficas, estilo de vida e os aspectos intrínsecos da atividade exercida. A atualidade do presente estudo justificou-se por sua relevância cientifica e social, ao enfocar a Capacidade para o Trabalho de enfermeiros do serviço de atenção primária a saúde. Este estudo teve como objetivo avaliar a capacidade para o trabalho de enfermeiros inseridos na Estratégia Saúde da Família dos município pertencentes à sétima região de saúde do estado do Rio Grande do Norte. Trata-se de uma pesquisa descritiva, com abordagem quantitativa. Na coleta de dados foi utilizado um questionário validado denominado de Índice de Capacidade para o Trabalho. Os dados coletados foram implantados em um banco de dados eletrônico e analisados estatístisticamente, e apresentados por meio de tabelas. O projeto de pesquisa foi apreciado pela Comissão de Ética em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN, com CAAE: 43896315.7.0000.5537, respeitando-se a normatização da Resolução Nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde, referente aos aspectos éticos da pesquisa envolvendo seres humanos. Os sujeitos foram convidados a assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido - TCLE. Os resultados revelaram que os enfermeiros apresentaram capacidade para o trabalho baixa em 1,58%, moderada em 32,11%, boa em 44,21% e ótima em 22,10%. A análise múltipla, ajustada por idade, sexo, educação, idade que começou a trabalhar, tempo de serviço, capacidade atual e total de doenças, evidenciou que as variáveis que melhor explicaram a variação do ICT foram a idade, capacidade atual para o trabalho e total de doenças. A pesquisa demonstrou que o número médio do Índice de capacidade para o trabalho dos enfermeiros é de 38,76 com desvio padrão de 5,37. Foi constatado que 2,11% dos enfermeiros apresentaram baixa capacidade para o trabalho em relação a exigências físicas, 24,21% moderadamente e 43,68% boa, e 30% muito boa. De acordo com as recomendações do Instituto Finlandês de saúde Ocupacional- FIOH, para os trabalhadores que apresentarem esses escores, devem ser implementadas medidas cujo objetivo restaurar a capacidade para o trabalho que se encontre baixa, melhorar a capacidade para o trabalho moderada, apoiar a capacidade para o trabalho boa e manter a capacidade para o trabalho ótima. Portanto, recomenda-se que o ICT seja aplicado nos demais níveis de atenção à saúde, na perspectiva da realização de um diagnóstico real da situação de todos os trabalhadores do setor saúde, possibilitando a aplicação das referidas medidas tão necessárias à recuperação e promoção da saúde dos enfermeiros.
URI: http://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/21321
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