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Título: Avaliação do pré-natal na atenção primária à saúde no Rio grande do Norte: visão das usuárias
Autor(es): Maroto, Renata Melo
Palavras-chave: Avaliação em saúde;Cuidado pré-natal;Atenção primária à saúde
Data do documento: 20-Mar-2014
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: MAROTO, Renata Melo. Avaliação do pré-natal na atenção primária à saúde no Rio grande do Norte: visão das usuárias. 2014. 65f. Dissertação (Mestrado em Saúde Coletiva) - Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2014.
Resumo: ABSTRACT This study aimed to evaluate the quality of prenatal Primary Care in Rio G rande do Norte, Brazil in 2012 under the program Improving Access and Quality of Primary Care. The study was cross - sectional, quantitative. Included 156 mothers of children under 2 years who received prenatal care at the health evaluated. We applied a ques tionnaire on profile, minimum queries, regularity of attendance, laboratory tests, vaccination, participation in educational activities, guidance received, clinical and obstetric procedures and prescription Ferrous sulphate and folic acid. The descriptive analysis of the criteria used Humanization Program Prenatal and Birth. The results showed that 92% of mothers had six or more visits; 85% with the same care was professional; 94% subsequent appointments scheduled. As for tests and procedures the percentage s were: Urine 98%; HIV - 96%; VDRL and 88%; 91% glucose; tetanus vaccination 93%; educational groups 56% with 36% participation, knowledge of the delivery location and 59% achievement breast exam 65%, 33% and preventive gynecological 43%; 98% supplemented wi th 96% Ferrous Sulfate and Folic Acid. It was concluded that there were advances in Rio Grande do Norte concerning assistance and there are weaknesses in the educational practices and conducting some minimal clinical examinations.
metadata.dc.description.resumo: Com a priorização da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil pelo Ministério da Saúde (MS), a saúde reprodutiva da mulher é considerada uma área estratégica. No ano 2000 foi instituído o Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento (PHPN), cujo foco é a realização de práticas assistenciais mínimas a serem concretizadas durante o pré-natal de baixo risco, extensivo a todas as unidades de APS. Este trabalho objetiva avaliar, na perspectiva das usuárias, a qualidade dos processos da assistência pré-natal prestadas pelas Equipes de Atenção Básica do Rio Grande do Norte (RN) no contexto do Programa de Melhoria do Acesso e da Qualidade (PMAQ) do MS. Trata-se de uma pesquisa avaliativa, observacional, transversal, com abordagem quantitativa. Nesse sentido, o trabalho de campo, que foi realizado no período de maio a agosto de 2012, contou com uma amostra de 156 usuárias selecionadas a partir dos seguintes critérios: adscrição à equipe avaliada; não ter acionado atendimento no dia; não ser o primeiro atendimento, nem o último ter ocorrido há mais de 12 meses; ser mãe de criança de até 2 anos de idade e; ter acessado e realizado o pré-natal na mesma unidade de saúde da equipe. Foi aplicado por 20 avaliadores com a mesma capacitação técnica, um questionário online sobre pré-natal com as categorias: consultas mínimas; atendimento profissional; agendamento de consultas; exames; vacinação antitetânica; participação em ações educativas individuais e em grupo; orientações; procedimentos clínico-obstétricos e; prescrição de sulfato ferroso e ácido fólico. A análise foi descritiva com distribuição de frequência simples e utilizou o programa SPSS versão 17.0. Para interpretação dos dados, utilizou-se como parâmetro os procedimentos mínimos do pré-natal recomendados pela PHPN e pelo Manual técnico do MS. Observou-se que 92% das usuárias realizaram seis ou mais consultas, de acordo com os padrões recomendados e valores encontrados na literatura; 84% tiveram continuidade do atendimento com o mesmo profissional e; 94% obtiveram as consultas subsequentes agendadas. Os exames obrigatórios previstos alcançaram os percentuais acima de outros estudos nacionais: Urina/EAS (98%); HIV (96%); VDRL (88%) e; Glicemia (91%). A vacinação antitetânica foi feita em 93% dos casos; 56% das mulheres sabiam da existência de grupos educativos, apenas 36% participavam das atividades e 59% foram orientadas sobre o lugar onde faria o parto. A realização de exames clínico-obstétricos das mamas (65%), preventivo (33%) e ginecológico (43%) teve baixo percentual, diferentemente do exposto em outros estudos nacionais. Observou-se, ainda, que 98% receberam suplementação de Sulfato Ferroso e 96% Ácido Fólico. A avaliação averiguou que os processos relativos à assistência estão sendo realizados como recomendado pelos critérios mínimos das práticas assistenciais e alcançaram um alto percentual no RN. No entanto, ainda há fragilidades acerca das práticas de saúde promocionais e educativas, bem como, da realização de alguns procedimentos clínicos que precisam ser valorizados. Recomenda-se para a gestão e para os profissionais, o incentivo a essas práticas devido ao potencial de melhoria da qualidade de vida e saúde do binômio mãe-filho.
URI: http://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/19324
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