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Título: Incontinência urinária em idosos institucionalizados no Brasil: uma revisão integrativa
Autor(es): Jerez-Roig, Javier
Souza, Dyego Leandro Bezerra de
Lima, Kenio Costa de
Palavras-chave: Idoso;Incontinência Urinária;Institucionalização;Instituição de Longa Permanência para Idosos
Data do documento: 2013
Citação: JEREZ-ROIG, Javier; SOUZA, Dyego Leandro Bezerra de; LIMA, Kenio Costa. Incontinência urinária em idosos institucionalizados no Brasil: uma revisão integrativa. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 16, n. 4, p. 865-879, 2013.
metadata.dc.description.resumo: Este estudo teve como objetivo abordar os principais aspectos relacionados à incontinência urinária (IU) em idosos institucionalizados no Brasil, por meio de revisão integrativa de literatura. Em agosto de 2013, foram pesquisadas as bases de dados PubMed, Scopus, LILACS, SciELO, PAHO, MedCarib, CAPES e Google Acadêmico, utilizando combinações dos termos "incontinência urinária", "idosos", "institucionalizados" e "Brasil". Após aplicação dos critérios de elegibilidade, selecionaram-se 11 trabalhos: nove artigos científicos e duas dissertações de mestrado. A maior parte dos estudos foi do tipo seccional, realizado na Região Sul ou Sudeste, e com amostra menor que 100 indivíduos. A frequência da IU variou entre 22 e 100%, ultrapassando 50% na maior parte das pesquisas, com acometimento maior no sexo feminino. A forma clínica mais comum foi a IU de esforço, seguida pela IU de urgência, e o volume das perdas urinárias referido pelos residentes variou entre pequena e grande quantidade, sem predominância de nenhuma das categorias. O impacto da condição na qualidade de vida do indivíduo é diverso, entre leve e elevado, mas parece ser menor que em idosos não institucionalizados. Com base neste trabalho, conclui-se que a IU é um problema de saúde frequente no âmbito asilar, que pode afetar a qualidade de vida do residente e se associar ao declínio da mobilidade e à função cognitiva. As pesquisas no Brasil, contudo, são escassas e com amostra reduzida e, portanto, são necessários estudos com maior rigor metodológico que facilitem o planejamento de medidas adequadas de prevenção e tratamento, que visem reduzir os gastos sanitários, a sobrecarga dos cuidadores e profissionais de saúde e que permitam diminuir o impacto desta condição na saúde dos idosos institucionalizados.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/22950
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