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Título: Potencial antimicrobiano dos antissépticos de uso popular Anapyon®, Água Rabelo® e Malvatricin® sobre microrganismos do meio ambiente oral
Autor(es): Sarmento, Dmitry José de Santana
Monteiro, Barbara Vanessa de Brito
Melo, Maria Celeste Nunes de
Lima, Kenio Costa de
Palavras-chave: Biofilmes;Bactérias;Fungos;Fitoterapia;Preparações Farmacêuticas
Data do documento: 2013
Citação: SARMENTO, Dmitry José de Santana et al. Potencial antimicrobiano dos antissépticos de uso popular Anapyon®, Água Rabelo® e Malvatricin® sobre microrganismos do meio ambiente oral. Pesquisa Brasileira em Odontopediatria e Clínica Integrada, v. 13, n.4, p. 309-314, 2013.
metadata.dc.description.resumo: Objetivo: Verificar, “in vitro”, o potencial antimicrobiano do Anapyon®, da Água Rabelo® e do Malvatricin® sobre microrganismos presentes na cavidade oral. Método: Para realização do experimento, utilizou-se o protocolo sequenciado durante quatro dias que avaliou, através da medida da densidade óptica, o potencial antimicrobiano dos fármacos nos microrganismos (Staphylococcus aureus, Candida tropicalis, Candida parapsilosis e Candida albicans), em suas formas planctônicas, apenas o Malvatricin® foi avaliado sobre as formas de biofilme por ser o único fármaco que apresentou resultados satisfatórios sobre as formas planctônicas. O estudo adotou como controle negativo a água destilada e controle positivo a Clorexidina®. Os resultados obtidos foram submetidos a uma análise estatística com os testes de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney. Resultados: Observou-se, através da medida da densidade óptica, que apenas o Malvatricin® apresentou bons resultados na forma planctônica, sendo estes semelhantes ao controle positivo (clorexidina), considerado padrão nos ensaios antimicrobianos em Odontologia. Os resultados do Malvatricin® foram estatisticamente melhores quando comparados aos demais fármacos (Anapyon®, Água Rabelo®) e ao controle negativo. Este resultado foi semelhante para todos os microrganismos estudados: Staphylococcus aureus (p=0,002), Candida tropicalis (p=0,002), Candida parapsilosis (p=0,001) e Candida albicans (p<0,001). Desta forma, apenas o Mavatricin® foi testado para o microrganismo arranjado em biofilme. Observou-se, então, que para a C.albicans e para o S. aureus, houve diferença significativa entre clorexidina e Malvatricin® (p<0,05), com melhores resultados para o clorexidina. Para C. tropicalis, o Malvatricin® diferiu significativamente (p<0,05) da água destilada. Em relação a C.parapsilosis, nenhuma diferença foi observada em relação ao controle negativo (p=0,468). Conclusão: Apesar de alguns fármacos alternativos serem tidos como antimicrobianos, tais propriedades sobre células planctônicas e, principalmente, sobre biofilme foram observadas apenas para o Malvatricin®.
URI: http://hdl.handle.net/123456789/22951
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