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Título: Hiperplasia epitelial focal (doença de Heck) em descendente de índios brasileiros: relato de caso
Título(s) alternativo(s): Focal epithelial hyperplasia (Heck’s disease) in Brazilian indian descent: report of a case
Autor(es): Santos, Pedro Paulo de Andrade
Vasconcelos, Marcelo Gadelha
Pereira, Karuza Maria Alves
Souza, Lélia Batista de
Freitas, Roseana de Almeida
Costa, Antônio de Lisboa Lopes
Medeiros, Ana Myriam Costa de
Palavras-chave: Hiperplasia epitelial focal;Doença de Heck;Papilomavírus humano
Data do documento: 2007
Citação: SANTOS, Pedro Paulo de Andrade et al. Hiperplasia epitelial focal (doença de Heck) em descendente de índios brasileiros: relato de caso. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, v. 43, n. 6, p. 131-134, 2007.
Abstract: The focal epithelial hyperplasia or Heck’s disease is a benign rare pathology, that affects children and young adults oral mucosal in many world regions, and different ethnic groups, for example Indians and Eskimos. Presents correlation with the subtypes 13 and 32 of human papillomavirus (HPV). This article report a case of an 18-year-old patient, descent of potiguar indian, attended in stomatology service of Federal University of Rio Grande do Norte (UFRN), presenting well defined lesions, round, plane, localized in oral cavity with an evolution of two years. The lesions were submitted to incisional biopsies, verifying in histopathologic exam, epithelial alterations, like acanthosis, epithelial projections in “parquet block of golf” beyond mitosoid cells. These histopathological findings were compatible with clinical hypothesis of focal epithelial hyperplasia (Heck’s disease).
Resumo: A hiperplasia epitelial focal, ou doença de Heck, é uma enfermidade rara, benigna, que afeta a mucosa oral de crianças e adultos jovens de diversas regiões do mundo e em diferentes grupos étnicos, como indígenas e esquimós. Apresenta correlação com o papilomavírus humano (HPV) no qual os tipos 13 e 32 têm sido consistentemente detectados nessas lesões. Este artigo relata um caso de uma paciente de 18 anos de idade, descendente de índios potiguares, que compareceu ao serviço de estomatologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), exibindo lesões bem definidas, arredondadas, planas, localizadas em cavidade oral, com tempo de evolução de aproximadamente dois anos. As lesões foram submetidas a biópsias incisionais, constatado-se no exame histopatológico alterações epiteliais, como acantose, cristas epiteliais em forma de “taco de golfe” além de células mitosóides. Esses achados histopatológicos foram compatíveis com a hipótese clínica de hiperplasia epitelial focal (doença de Heck).
URI: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/23869
ISSN: 1678-4774
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